Os contratos das multi brasileiras nos mercados em desenvolvimento.

ChinaBrasilafrica

Vivemos um momento no país, que requer uma atenção especial às empresas, não podemos de forma irresponsável, “colocar” todas as empresas e todos as organizações sob a pecha da corrupção, que a muitas décadas nos assombra.

Empresas como Odebrecht, Camargo Correia, Andrade Gutierrez muito colaboraram para o desenvolvimento do país e em outras nações em desenvolvimento, assim, é um erro taxá-las de grupos que só agem por propina, usando essa forma generalizada, estamos ao mesmo tempo, desprestigiando profissionais e organizações empresariais do nosso país, assim, precisamos separar, como dizem: o “joio” do “trigo”, acompanhar processos e não criminalizar a priori, sem provas, quaisquer envolvidos, em atos que fujam à legalidade, assim “fazendo” de forma consciente a verdadeira justiça, não podemos aceitar a politização do ministério público federal, esses não podem estar a serviços de grupos políticos, seja A,B, C… e sim à Justiça, com embasamento e em conjunto com a Polícia Federal Brasileira.

Desde o início dos anos 90, obras de construtoras brasileiras no exterior foram enquadradas na categoria “exportação de serviços”, tendo acesso a linhas de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Já em  2003, o banco contava com um departamento especializado em América do Sul, com US$ 2,6 bilhões de projetos em carteira.

Junto com as obras vão equipamentos brasileiros, insumos brasileiros e, frequentemente trabalhadores brasileiros.

Reconhecendo que as características da venda de serviços são similares a da exportação de produtos, houve enquadramento no PROEX (Programa de financiamento às Exportações).

Estudos da Fundação Dom Cabral, publicados na revista Época Negócios, em 15 de outubro de 2014, exaltavam a estratégia de internacionalização das empresas brasileiras.

A razão é a competitividade das multi brasileiras em países em desenvolvimento; assim, demonstradas através da “aceitabilidade” e lidam melhor que os norte-americanos, por exemplo, com a diversidade cultural de outros países, não “impõem” cultura, se adequam, adaptam processos, produtos e culturas aos do anfitrião.

No ranking da Dom Cabral a primeira colocada foi a construtora Norberto Odebrecht, com uma média de internacionalização de 54,9%. Nesse mesmo ranking a Odebrecht  aparecia em 28 países do mundo.

Agora, vem a tona uma “briga” entre as empresas concorrentes chinesas e brasileiras, pelos contratos em África, mercado onde o Brasil possuem 10,7% ao ano, e a China subiu para 11,7%.

Quem me associa a doleiro Alberto Youssef mente, diz Padilha

Alexandre Padilha (PT), ex-ministro da Saúde, é pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo

Alexandre Padilha (PT), ex-ministro da Saúde, é pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo

O ex-ministro da Saúde e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo Alexandre Padilha convocou uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (25) na capital paulista para negar que tenha qualquer associação com o o doleiro Alberto Yousseff. “Mente quem estabelece qualquer envolvimento meu com o doleiro”, disse o ex-ministro.

O petista negou que tenha indicado Marcus Cezar Ferreira de Moura, que foi coordenador de promoção e eventos do Ministério da Saúde em 2011, para atuar como empresário da Labogen, laboratório farmacêutico de Yousseff. “Mente quem diz que eu indiquei Marcos Cezar Moura para qualquer laboratório privado. Mente quem diz que existe ou existira qualquer contrato com a Labogen na minha gestão.”

O nome de Padilha aparece em conversas entre o deputado federal André Vargas (PT-PR) e o doleiro Alberto Yousseff que constam de relatório da Operação Lava Jato da Polícia Federal.

As conversas entre o parlamentar e o doleiro foram feitas por mensagens enviadas por celulares BlackBerry no final de 2013. Segundo a PF, ambos buscavam a indicação de um nome que não gerasse suspeitas das autoridades fiscalizadores para comandar o Labogen.

SE VARGAS USOU MEU NOME EM VÃO, VOU INTERPELÁ-LO NA JUSTIÇA, DIZ PADILHA

Nos diálogos, Vargas passa um número de celular ao doleiro e afirma que “Padilha que indicou”. Segundo a PF, o número citado na conversa é de Marcus Cezar Ferreira de Moura, que em 2011 foi nomeado por Padilha para coordenar o setor de promoções e eventos do Ministério da Saúde.

Na época da conversa, o Labogen negociava uma parceria com o ministério para produzir um remédio para hipertensão. O projeto, segundo a PF, renderia até R$ 31 milhões em cinco anos. A parceria foi cancelada em março deste ano antes da assinatura do contrato, após vir à tona a relação do doleiro com o deputado. Quando o rompimento ocorreu, Padilha já havia se afastado da pasta para se dedicar à campanha.

 Na entrevista coletiva, o ex-ministro afirmou que pedirá para ter acesso aos relatórios da Operação Lava Jato e que irá acionar judicialmente quem citou o nome dele “em vão”.

“Diante das notícias que foram veiculadas hoje, e ontem pela noite, envolvendo de forma incorreta o meu nome, tomei duas decisões: constituir, formalmente, uma solicitação judicial à PF para que eu tenha acesso a todos os detalhes de um relatório que, segundo as notícias de hoje, buscam fazer qualquer envolvimento a meu nome a partir de mensagens trocadas por terceiros que não tem nenhuma relação com o Ministério da Saúde”, afirmou.

“Vou orientar meus advogados, a partir do momento que tiverem acesso a todo relatório, a interpelar judicialmente qualquer pessoa que tenha utilizado meu nome em vão”, declarou Padilha. “Se o senhor André Vargas ou qualquer pessoa usou meu nome em vão, vou interpelar judicialmente e esclarecer isso”, disse.

Apesar de prometer acionar a Justiça contra quem o citou, Padilha não deixou claro contra quem dirige seu descontentamento. O pré-candidato afirmou que Vargas já negou que tenha o citado nas conversas com o doleiro e disse confiar nas investigação da PF.

O deputado federal Vicente Cândido (PT-SP), também citado em contato com André Vargas sobre uma reunião com o doleiro Yousseff, enviou nota à imprensa negando qualquer envolvimento. “Não há nenhum fato que me desabone e meu nome foi usado indevidamente por terceiros. Repudio veementemente ilações e acusações a partir de interpretações de informações parciais vazadas com intuito eleitoral”, afirma no comunicado.

Ligação com servidor

Padilha disse que conheceu Marcus Cezar quando trabalhava na Secretaria de Assuntos Federativos da Presidência da República,”em 2006 ou 2007″. Segundo Padilha, ele foi militante do PT e atuou na campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010.

O pré-candidato afirmou que Marcos trabalhou no Ministério da Saúde por apenas três meses, entre maio e agosto de 2011, e que o servidor não respondia ao ministro, nem desempenhava papel que o ligava a indústria farmacêutica ou a produção de medicamentos. Padilha disse ainda que Marcos foi indicado por assessores do ministério.

Parceria com a Labogen

A parceria com o Labogen seria feita por meio de uma PDP (Parceria para o Desenvolvimento Produtivo), programa do ministério criado para aumentar a oferta de medicamentos à população.

Segundo Padilha, os contratos de PDPs só podem ser firmados entre o ministério e um laboratório público que se associa a um privado. No caso da Labogen, o laboratório parceiro seria o da Marinha do Brasil. O laboratório EMS também faria parte do acordo.

O ex-ministro disse que há vários filtros desde que um laboratório privado procura o ministério para estabelecer uma PDP até o momento em que o contrato é firmado. O petista afirmou ainda que os recursos da pasta são pagos ao laboratório público. “O laboratório da Marinha teria contrato e receberia os recursos do ministério. Nenhum real seria pago diretamente a qualquer outro laboratório privado.”

De acordo com Padilha, André Vargas o procurou informalmente, em algumas oportunidades, enquanto ele era ministro, para falar da parceria com a Labogen. O ex-ministro afirmou que sempre orientou o deputado para que encaminhasse a proposta formalmente ao ministério.

fonte:http://noticias.uol.com.br

Candidatura de Eduardo Campos faz barulho, mas deverá ‘voltar à prancheta’

Publicado em 26/02/201

Candidatura de Eduardo Campos faz barulho, mas deverá 'voltar à prancheta'

Eduardo Campos, pré-candidato a candidato em 2014 (Eduardo Araújo/ABr)

Parecia que o panorama esta perfeito para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), lançar-se candidato à presidência da República em 2014, com grandes chances de vitória. Bastaria espalhar por aí sua candidatura, que tucanos voariam em revoada em sua direção. Como ele também é político jeitoso no trato, de boa conversa e com jogo de cintura, então políticos, banqueiros e empresários “magoados” com a presidenta Dilma viriam buscar o ombro amigo dele. Junte-se eventuais insatisfeitos na base governista pelos resultados das disputas por espaço no governo. E, com o currículo ostentando ter sido aliado de Lula, Campos teria a combinação perfeita para ser o candidato da oposição sem parecer oposição. 

Os correligionários de Campos espalharam sua que ele seria candidato, para ver se a história “decolava”, sobretudo com objetivo de angariar adesões neste primeiro momento. Por sua vez, o próprio estimula o blefe mas, espertamente, deixa espaço para um recuo. Um plano aparentemente perfeito.

Ou ele conquistaria apoios e eleitores suficientes para vencer em 2014, ou perderia, mas já se projetando para 2018. Mesmo que sua candidatura nem se viabilize, ele “valorizaria o passe”, ou seja, ficaria em posição mais forte para negociar apoio à reeleição de Dilma em troca de o PT apoiar mais candidatos a governador e senador do PSB (o que já ocorreu em 2010 em alguns estados).

Assim, Campos teria um PSB com ampla dimensão nacional para pavimentar seu caminho até 2018. Parece que não haveria como um plano destes dar errado pois, em tese, de uma forma ou de outra, ele sairia sempre ganhando. Mas, como se diz no jargão do futebol, sobre as jogadas ensaiadas durante os treinos: faltou combinar com o adversário…

A canoa de Campos já mostra que está cheio de buracos e entrando água. A começar pelo fato de que, quanto mais ele se afasta de seus antigos aliados e mais se aproxima da oposição representada pelo PSDB e pelo DEM, mais ele vai desconstruindo a imagem que firmou para o resto Brasil, como governador de Pernambuco, até virem as eleições de 2012.

O segundo “buraco” é que, ao tentar valorizar seu próprio passe, Campos acabou valorizando o passe dos outros, pois as legendas menores da base governista fingem encenar a possibilidade de vir apoiá-lo apenas para, estes sim, conquistar alguma importância na hora de decidir quem vão em 2014. Para complicar, nesse cenário, o próprio Campos coloca os ministros do PSB em processo de fritura.

Tem também o PSDB, que não aceitará ser rebaixado à terceira força política de país, não abre mão da candidatura própria (ainda que não seja Aécio Neves), e não quer concorrente arrastando as fichas da oposição. Não por acaso, Aécio Neves já ligou o fogo alto da fritura de Campos, ao chamá-lo de “fisiológico”, por manter cargos no governo Dilma e se apresentar como candidato de oposição.

Outro problema da candidatura do governador pernambucano é a tentativa de faturar em cima do discurso pseudo-moralista, de combate à corrupção etc. Campos tem um escândalo acerca de precatórios em sua biografia. Mesmo tendo escapado de responsabilidade criminal perante o Judiciário de seu estado, o episódio trouxe prejuízos aos cofres públicos e maculou sua gestão como Secretário da Fazenda do avô governador, Miguel Arraes.

Some-se a isso as discordâncias de peso dentro do próprio PSB. Ciro Gomes e o governador Cid Gomes (Ceará) já declararam que irão apoiar Dilma. Ciro, inclusive, atiçou ainda mais o fogo da fritura ao dizer que Campos não  têm propostas concretas para o Brasil. Os governadores do PSB, sobretudo em estados onde se elegeram com apoio do PT, idem. Óbvio que para eles seria melhor reeditar a aliança de 2010. Neste momento pode ser interessante ficar assistindo as investidas do correligionário, mas é difícil imaginar que se sintam confortáveis em ir para 2014 como oposição à Lula e Dilma.

Por fim, enquanto faltam grandes lideranças nacionais determinadas a apoiar Campos, Dilma conta com o apoio do principal cabo eleitoral do Brasil, o ex-presidente Lula, e do PT, unido em torno da reeleição.

Como se vê, o teste de lançamento da candidatura de Campos, fez barulho entre os barões da mídia, mas não trouxe ainda nem apoios políticos esperados, nem popular. Blefe ou não, Campos deve continuar testando a viabilidade de sua candidatura por mais algum tempo, mas muito provavelmente terá que voltar à prancheta.

 

Seria um nome ideal para os barões da mídia e as oligarquias econômicas arcaicas se casarem, como fizeram com FHC em 1994.

 http://www.redebrasilatual.com.br
 

Carta divulgada aos colaboradores do GPA

Reproduzo aqui a carta aos colaboradores do GPA por um dos empresários que tenho muita estima nesse país.

01.11.2010 – Eleições 2010: Dilma Presidente

Carta divulgada aos colaboradores do GPA

Mensagem enviada aos nossos 400 colaboradores que todas as segundas feiras pela manhã participam das reuniões plenárias realizadas no auditório do Grupo Pão de Açúcar e distribuído via Comunicado Interno aos colaboradores de lojas e centros de distribuição.

São Paulo, 1 de novembro de 2010.

Prezado Colaborador (a),

Ontem o Brasil foi às urnas e Dilma Rousseff foi eleita Presidente da República. Assim como fiz há oito anos, na primeira eleição de Lula, quando vim a público e declarei meu voto para José Serra, venho agora dizer que confiei o meu voto à Dilma Roussef. Estou feliz com a sua vitória e espero que o Brasil e os brasileiros tenham com ela um grande governo, com a continuidade do desenvolvimento sustentável.

Nos anos 80 – para mim, minha década perdida – quando fui membro do Conselho Monetário Nacional, o que eu mais almejava para o meu País era democracia, crescimento, geração de empregos e maior distribuição de renda. Demorei muito para ver isto acontecer. Na verdade, isso só ocorreu no governo do Presidente Lula.

Lula mudou completamente este País e mudou para melhor. Nesses oito anos assistimos à redução da fome e da miséria, à ascensão das classes sociais mais baixas e ao aumento da classe média. Hoje, temos orgulho, somos respeitados no exterior e Lula entra para a história como o estadista responsável por tudo isso.

É claro que ocorreram erros e que não devemos esconder que algumas coisas poderiam ter sido diferentes. Mas olhemos para o índice de aprovação do seu governo: 80% dos brasileiros apóiam o Presidente. Tenho certeza de que a vida dessas pessoas melhorou. Lula deixa um legado de crescimento e de melhoria da condição de vida dos brasileiros que dificilmente será esquecido.

Não tenho dúvida de que Dilma representa a continuidade de tudo aquilo que foi feito de bom. Tenho a convicção de que ela e sua equipe de governo têm a mais firme intenção de corrigir os erros e ampliar as ações positivas. Espero firmemente que Dilma cumpra seus compromissos de campanha, reiterados na noite de ontem, em seu primeiro pronunciamento oficial.

Entre eles, espero que faça o tão necessário ajuste fiscal, que reveja os gastos públicos e reestruture a máquina governamental em busca de maior eficiência a custos mais baixos. Que combata o nepotismo e os favorecimentos indevidos. E que se aproveite de uma composição mais favorável do Congresso Nacional para aprovar as reformas constitucionais que o Brasil tanto precisa.

Peço a Deus e a todos os brasileiros que ajudem nessa tarefa. Os desafios são enormes. Talvez, neste momento, o cenário externo não seja tão favorável como o encontrado por Lula. Dilma, porém, tem plena condição de administrar e superar as dificuldades para o Brasil continuar a crescer.

Desejo muito sucesso a Dilma. Que Deus a proteja, lhe dê saúde e ilumine seu caminho. De minha parte, continuarei trabalhando firme para ajudar na tarefa de construir um Brasil melhor, mais humano e solidário. Continuarei fazendo aquilo que acredito ser a maior contribuição de um empresário comprometido com o seu País e com o social: crescer sustentavelmente, gerar empregos e contribuir com o aumento e distribuição de renda.

Hoje somos 145 mil. Vamos continuar a crescer, aplicando os valores que sempre guiaram o Grupo: humildade, disciplina, determinação e garra. Conto com vocês para construirmos um País cada vez melhor.

Abilio Diniz

Fonte: http://abiliodiniz.uol.com.br

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