Alexandre Padilha (Ministro da Saúde) estará em Itanhaém/SP


Nesse domingo, 18 de Dezembro a partir das 11 horas, o Ministro da Saúde Alexandre Padilha estará em Itanhaém na inauguração da Central de Regulação do SAMU-192 – Regional Litoral Sul. O evento marcará um novo momento do 192, que terá sua Central Informatizada e com gravações dos atendimentos, sendo assim os responsáveis pelos trotes que sempre existiram poderão ser punidos. Além, é claro de outras situações que exijam brevidade. O Samu regional Litoral Sul, com sua central em Itanhaém, na verdade compreende os seguintes municípios: Itariri, Pedro de Toledo, Peruibe, Itanhaém, Mongaguá e Praia Grande, esses municípios possuem bases locais, o que agiliza as ocorrências, mas o fator demanda e número de viaturas ainda é um impedimento na excelência do serviço. Que o nosso Ministro seja recebido da melhor maneira possível, pessoa ímpar e preocupada com questões não somente da saúde como também na gestão pública com qualidade.

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Em Julho, lançamento nacional (Brasil)

http://woridoivlis.worldcommunicate.com/reworlder.php

Enquanto o governador Geraldo Alckmin vem pescar em Mongaguá…

Reprodução da http://www.redetelma.com.br

Telma de Souza em S.Vicente (Sexta-feira, 27/05/2011)

Dia de intenso trabalho e produção. Pela manhã, estive com o governador Geraldo Alckmin, em São Vicente, cobrando decisões urgentes para a situação caótica dos professores e alunos das ETECs e FATECs, que estão em greve! É uma vergonha o Vale Alimentação deles ser de apenas R$ 4,00. É o vale-coxinha, como muitos me disseram. No começo… da noite, estive com alguns funcionário da ETEC Zulmira Campos, na Zona Noroeste: outra vergonha! Lá, conforme o pessoal me informou, existem só oito computadores para 240 alunos. Ou seja, tem um computador para cada 30 alunos. Agora há pouco, outra reunião com os professores da escola Aristóteles Ferreira. Me informaram que não há plano de carreira, a hora-aula é de R$ 10,00 apenas e falta material para os laboratórios! Não descansarei enquanto não conseguirmos uma solução! Vamos juntos nesta luta, mais uma vez!Ver mais

Por que Lula é “o cara” e FHC é personagem da revista “Caras”

sábado, 19 de março de 2011

O Itamaraty convidou todos os ex-presidentes brasileiros para o almoço que será oferecido ao presidente dos EUA, Barack Obama, no sábado, em Brasília.

O presidente Lula, segundo sua assessoria, declinou do convite, entendendo que o encontro é mais apropriado aos chefes de Estado.

Lula é ciente da responsabilidade de seu papel e de sua dimensão política. Haveria um gesto carregado de simbolismo político se ele fizesse uma distinção especial ao presidente dos EUA e não fizesse o mesmo às dezenas de presidentes africanos, latino-americanos e asiáticos que visitam o Brasil.

É como aquela história que ele conta, quando estava na presidência e no primeiro encontro de presidentes, todos se levantaram da cadeira quando Bush chegou, e ele não, afinal ninguém havia se levantado quando ele (Lula) havia chegado, então por que fazer um distinção especial ao presidente dos EUA? E não houve nenhum atrito nas boas relações por isso.

Voltando ao almoço do Itamaraty, se Lula fosse, compareceria como líder político, e estaria ali prestigiando não a pessoa de Obama, com quem sempre se relacionou bem pessoalmente, e sim as políticas que Obama carrega na bagagem, onde há contenciosos bilaterais e multilaterais com o Brasil em disputa.

E que sentido político haveria num encontro destes? Falar o quê, se Dilma dirá tudo o que o Brasil e ele teriam a dizer?

Só faria sentido fazer tal distinção especial, se Obama viesse ao Brasil anunciar alguma mudança de posição no protecionismo comercial, na flexibilização da posição dos EUA na rodada de Doha ou na conferência do clima; enfim, algum acordo importante para o Brasil ou para os países mais pobres, negociado ao longo do governo Lula, que estivesse sendo destravado. Fora isso, estaria apenas prestigiando indiretamente e sem querer, as posições estadunidenses travadas nas mesas de negociação internacionais.

Já FHC fez a mala e desembarcou em Brasília ainda na sexta-feira, a tempo de ser o primeiro da fila na “boca livre”.

FHC não tem esse problema, porque ele também é ciente de sua dimensão política. No caso, da pouca dimensão que tem, pelo legado sofrível que deixou do seu governo e pelo próprio correr do tempo. FHC não vai prestigiar, vai atrás de prestígio para si. Com isso, animará metade da platéia de leitores demo-tucanos do PIG com suas fotos para revista “Caras”, e irritará a outra metade ao ir, mais uma vez, bajular a presidenta Dilma Rousseff.

Altamiro Borges: Folha se curva para a visita de Obama

O editorial da Folha de hoje é mais uma prova cabal do “complexo de vira-lata” que impera na mídia brasileira. O jornal, que mais se parece uma sucursal rastaqüera do Departamento de Estado dos EUA, aproveita a visita de Barack Obama ao país para fustigar a política externa do governo Lula e para aconselhar Dilma Rousseff sobre a melhor forma de relacionamento com o império.

Por Altamiro Borges
“Depois do período de esfriamento nas relações entre Brasil e EUA, no segundo mandato de Lula, a visita de Barack Obama ao Brasil de Dilma Rousseff, sábado e domingo, oferece boa oportunidade para reconstituir uma agenda de cooperação bilateral. O aumento do intercâmbio comercial com os EUA deve ser uma prioridade brasileira”, recomenda o diário colonizado.

Servil diante do protecionismo ianque

Parece até que a pretensa retração no “intercâmbio comercial” é culpa do Brasil. O editorial não fala uma linha sobre a grave crise econômica que abala os EUA e que contaminou o restante da economia mundial. Também não critica a política protecionista dos EUA, onde vigora a tese do “façam o que eu falo, não façam o que eu faço”. Ele isenta o império e responsabiliza o Brasil.

A política externa altiva e ativa do governo Lula seria a vilã. “O país insiste há anos nos mesmos contenciosos – aço, carne, suco de laranja, álcool -, quando mais de 85% das importações dos EUA se encontram livres de restrições tarifárias e cotas”. Para o jornal, o Brasil até pode denunciar as barreiras à exportação do álcool brasileiro, “mas não deve fazer disso uma precondição”.

Defesa do “alinhamento automático”

Na prática, o jornal defende que o Brasil volte à política do “alinhamento automático” com os EUA, como era praticada por FHC. “Após o estranhamento dos últimos anos, em parte conseqüência de inclinações ideológicas da diplomacia brasileira, chegou a hora de encetar uma nova parceria estratégica. Será um bom teste para a noção de que Dilma Rousseff busca inflexão mais substancial na política externa”. Haja servilismo!

O editorial da Folha de hoje é mais uma prova cabal do “complexo de vira-lata” que impera na mídia brasileira. O jornal, que mais se parece uma sucursal rastaqüera do Departamento de Estado dos EUA, aproveita a visita de Barack Obama ao país para fustigar a política externa do governo Lula e para aconselhar Dilma Rousseff sobre a melhor forma de relacionamento com o império.

Por Altamiro Borges
“Depois do período de esfriamento nas relações entre Brasil e EUA, no segundo mandato de Lula, a visita de Barack Obama ao Brasil de Dilma Rousseff, sábado e domingo, oferece boa oportunidade para reconstituir uma agenda de cooperação bilateral. O aumento do intercâmbio comercial com os EUA deve ser uma prioridade brasileira”, recomenda o diário colonizado.

Servil diante do protecionismo ianque

Parece até que a pretensa retração no “intercâmbio comercial” é culpa do Brasil. O editorial não fala uma linha sobre a grave crise econômica que abala os EUA e que contaminou o restante da economia mundial. Também não critica a política protecionista dos EUA, onde vigora a tese do “façam o que eu falo, não façam o que eu faço”. Ele isenta o império e responsabiliza o Brasil.

A política externa altiva e ativa do governo Lula seria a vilã. “O país insiste há anos nos mesmos contenciosos – aço, carne, suco de laranja, álcool -, quando mais de 85% das importações dos EUA se encontram livres de restrições tarifárias e cotas”. Para o jornal, o Brasil até pode denunciar as barreiras à exportação do álcool brasileiro, “mas não deve fazer disso uma precondição”.

Defesa do “alinhamento automático”

Na prática, o jornal defende que o Brasil volte à política do “alinhamento automático” com os EUA, como era praticada por FHC. “Após o estranhamento dos últimos anos, em parte conseqüência de inclinações ideológicas da diplomacia brasileira, chegou a hora de encetar uma nova parceria estratégica. Será um bom teste para a noção de que Dilma Rousseff busca inflexão mais substancial na política externa”. Haja servilismo!

Governador de São Paulo promete…

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITANHAÉM

Secretaria de Governo
Departamento de Comunicação Social
jornalismo@itanhaem.sp.gov.br / http://www.itanhaem.sp.gov.br

11.03.11

AMPLIAÇÃO – o governador Geraldo Alckmin anunciou investimento de R$ 90 milhões em melhorias na saúde da região

Governo do Estado anuncia duplicação do número de leitos do Hospital Regional

Em reunião com representantes das prefeituras da Baixada Santista nesta sexta-feira (11), o governador Geraldo Alckmin anunciou investimento de R$ 90 milhões em melhorias na saúde da região. Itanhaém será beneficiada com a ampliação do Hospital Regional e duplicação do número de leitos.

O Hospital Regional, que atualmente dispõe de 70 leitos, passará a ter 140. Uma área ao lado do Hospital será desapropriada para a construção do novo edifício. Segundo o Governo do Estado, a medida faz parte da ‘Agência de Saúde’ da Baixada, que visa debater ações entre o Governo e as prefeituras, visando à melhoria da saúde na região.

O prefeito João Carlos Forssell esteve presente na reunião e exalta a importância do investimento. “Esta é uma grande conquista para a região. A população do Município e de cidades vizinhas serão beneficiadas, pois além de maior capacidade de atendimento, haverá melhoria na infraestrutura do Hospital”.

*Com informações da assessoria do Governo do Estado

Nota: O informe acima consta da página DIGITAL DA PREFEITURA DE ITANHAÉM, onde a mesma *(cita a origem da informação).

Dilma convida sindicalistas para almoço com Obama

Presidente americano virá ao Brasil nos dias 19 e 20 de março

Priscilla Mendes, do R7, em BrasíliaTexto:

Representantes de centrais sindicais serão convidados para um almoço com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na vinda do americano ao Brasil, marcada para os próximos dias 19 e 20 de março. A presidente da República, Dilma Rousseff, decidiu convidar os sindicalistas após reunião nesta sexta-feira (11).

Segundo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, Dilma considera que os representantes são “sujeitos importantes da sociedade brasileira”. O partido do presidente Obama, o Democrata, é historicamente ligado às centrais sindicais dos EUA.

– Ela [Dilma Rousseff] lembrou que o presidente Lula, quando ia a outros países, sempre se encontrava com sindicalistas. Certamente não será o caso de o presidente Obama se encontrar com os sindicalistas reservadamente, mas ela achou importante convidá-los como uma forma de reconhecer esse empenho, a participação social no governo.

Obama passará por Brasília e pelo Rio de Janeiro em sua rápida estada no país. Na capital federal, depois de visitar a Embaixada dos Estados Unidos, ele será recebido na rampa do Palácio do Planalto pela presidente Dilma. O almoço do qual os sindicalistas participarão será no Palácio do Itamaraty, sede da diplomacia brasileira.

Em seguida, o presidente americano se encontrará com empresários e poderá ainda visitar o Congresso Nacional. O dia em Brasília será encerrado com uma jantar íntimo entre Obama e Dilma e parentes, no Palácio da Alvorada.

No Rio de Janeiro, no dia 20, os dois presidentes devem fechar um acordo para o aumento dos voos entre os países. Também há planos para a divulgação da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, em parceria com a iniciativa privada e o governo americano. As informações são de diplomatas dos dois países.

Terminada a agenda oficial, Obama, a mulher Michelle e as duas filhas querem aproveitar parte do dia visitando locais turísticos, como o Pão de Açúcar, o Corcovado e uma praia. O presidente americano decidiu também que irá a uma comunidade pacificada e vai fazer um discurso de cunho mais popular.

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