Brasil preside diretoria do banco dos BRICS | Conversa Afiada

Brasil preside diretoria do banco dos BRICS | Conversa Afiada.

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A Convenção – Marcelo Strama e Zé Renato

ConvençãoMarcelo Strama e Zé Renato

Por aliança com Haddad, PT apoiará PSB em quatro cidades de SP – 15/06/2012

 

15/06/2012 – 19h35

DO VALOR

Para sacramentar a entrada do PSB na aliança que terá como candidato à Prefeitura de São Paulo o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, o PT ofereceu apoio a candidaturas do PSB em quatro cidades paulistas: Taboão da Serra, Bertioga, Itanhaém e Ferraz de Vasconcelos.

Nesta sexta-feira (15), a deputada federal Luiza Erundina foi confirmada como candidata a vice na chapa encabeçada por Haddad.

Além disso, haverá coligação entre as siglas na chapa de vereadores. Esta última proposta foi oferecida também ao PP, que na segunda-feira anuncia a quem dará seu apoio na eleição paulistana.

O partido do deputado federal Paulo Maluf é também sondado para compor a chapa que lançará José Serra candidato a prefeito de São Paulo.

Silvio Evanni e Marcelo StramaNota  do Blog: Agradeço aqueles que de verdade pensam numa política estratégica, focando na coletividade e na soma de esforços para que de verdade tenhamos uma cidade mais humana e amparada, que o social seja foco para que o desenvolvimento seja equânime. Obrigado aos companheiros: Emerson Renato, Eliane Toledo, Conrado Carrasco, Bhauer Bertrand, Cidinha e aos que de alguma forma colaboraram para que houvesse entendimento. Ainda, as lideranças do PT e PSB que perceberam a real necessidade da coligação. Itanhaém… Tempos Melhores…

 

 

Folha.com – Poder – Por aliança com Haddad, PT apoiará PSB em quatro cidades de SP – 15/06/2012

Eleições 2012 – Itanhaém/SP

Terça-feira , 14 de Junho de 2011

RESOLUÇÃO Nº 01 DE 2011

O Diretório Municipal do PT de Itanhaém, em reunião ordinária ampliada com os filiados no dia 11/06/11, na sede do Partido, sito a Rua Telmo Diz, 188, Vila São Paulo, Itanhaém, conforme estabelece o artigo 75, item p do Estatuto do PT, aprova esta resolução por unanimidade:

1- Terá candidatura própria para concorrer à Prefeitura para eleições municipais de 2012.

2- Indica como pré-candidata à Prefeita a atual Vereadora Regina Célia de Oliveira.

Diretório Municipal PT – Itanhaém

http://prof.regina.blog.uol.com.br/

Posse de Gleisi é transformada em ato de desagravo a Palocci

‘Quero agir como a presidenta porque ela age da forma certa’, afirma ministra; Dilma diz que sai um ‘amigo’ e entra uma ‘amiga’

iG São Paulo | 08/06/2011 14:35
A cerimônia que empossou nesta quarta-feira a nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi transformada em um desagravo ao antecessor Antonio Palocci, cuja demissão foi provocada pela crise aberta em função de sua evolução patrimonial. Enquanto a nova ministra empenhou-se em dizer que seguirá os passos da presidenta, Dilma fez elogios a Palocci e a afirmou que perde um “amigo” dentro do governo com a demissão. “Um amigo deixa o governo e uma amiga assume seu lugar”, disse Dilma.
Foto: AFP
Dilma fez elogios a Palocci durante a cerimônia de posse de Gleisi
Em sua primeira fala após assumir o cargo, Gleisi agradeceu a oportunidade de servir ao povo brasileiro e lembrou que foi também na Casa Civil que Dilma trilhou o caminho que a levou à Presidência. “Sei que o momento é outro, mas pretendo trabalhar aqui com o mesmo empenho e lealdade da presidenta”, discursou Gleisi. “Quero agir como a presidenta, porque ela age da maneira certa”, emendou.

Gleisi foi antecedida pelo próprio Palocci, que foi aplaudido em pé pela plateia. O ex-ministro ganhou direito a um discurso para explicar sua demissão. “Fomos avisados pelo poeta: havia e haverá sempre pedras na nossa caminhada”, discursou Palocci, ganhando mais uma salva de palmas.

“Trabalhei dentro da mais estreita legalidade”, acrescentou, ao argumentar que o problema maior é que “o mundo jurídico não trabalha no mesmo diapasão do mundo político”. Palocci citou Machado de Assis e afirmou que deixou o cargo para preservar o “diálogo”. “Se eu vim para ampliar o diálogo, saio agora para promovê-lo.”

Ao falar sobre a demissão do ex-ministro, Dilma emocionou-se e referiu-se a ele sucessivas vezes como “amigo”. “Juntos, enfrentamos os desafios da jornada eleitoral, da montagem da coligação que me elegeu e da montagem do novo governo”, afirmou a presidenta, dizendo perder no governo um “parceiro de lutas”. “Agradeço do fundo do meu coração ao meu amigo Antonio Palocci, pela ajuda que ele me deu e deu ao Brasil.”

Despedida no Senado
Escalada por Dilma para cuidar da “gestão e de acompanhamento de projetos” do governo, a nova ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann tomou posse em cerimônia no Palácio do Planalto. Antes disso, no entanto, fez um aceno político ao escolher o plenário do Senado para seu último pronunciamento antes de assumir o cargo.

No discurso, Gleisi rejeitou o rótulo de “trator” na defesa dos interesses do governo e disse esperar o apoio da Casa para desempenhar a nova função. “Não considero essa a melhor metáfora para quem exerce a política e sempre se dispôs a debater, ouvir e construir consenso”, discursou Gleisi. “A manifestação democrática é o maior instrumento que temos para avançarmos no desenvolvimento do nosso País e acredito que o desfecho dela é a decisão da maioria. Gostaria de manter a convivência respeitosa que iniciamos nesta Casa.”

Foto: AE
Gleisi, ao se despedir do Congresso

A senadora afirmou ainda reconhecer o peso de assumir a Casa Civil e disse estar preparada para o cargo. “Quis Deus, por intermédio da presidenta (Dilma Rousseff), que eu ficasse mais próxima para este auxílio e tenho muita clareza desta missão. A quem é muito dado, muito será cobrado.”

Gleisi disse ter defendido o governo no Senado não apenas por pertencer ao mesmo partido da presidenta, mas também por acreditar no modelo “de desenvolvimento econômico inclusivo, no qual as pessoas são o objetivo maior”. “A presidenta Dilma me confiou uma nova missão e vou cumpri-la, levando em conta muito do que aprendi no Senado. Assim como a presidenta, a minha caminhada tem uma razão de ser, que é a favor do Brasil e do seu futuro.”

A senadora paranaense também elogiou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e os líderes do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), e do PT, Humberto Costa (PE). Gleisi ainda fez “deferência” à oposição, com a qual teve debates duros. “Mas prevaleceu sempre a convivência democrática. Viver exposta ao contraditório é condição da vida parlamentar e da vida democrática.”

Projeto “Ficha Limpa” é aprovado

Reproduzo do Blog da vereadora Regina Célia (PT).

Sessão Extraordinária (Quinta-feira,26/05/2011)


A Câmara Municipal de Itanhaém aprovou, em segunda discussão, o Projeto de Lei Complementar 03/11, popularmente conhecido como “Ficha Limpa”. Votaram favorável à propositura, apresentada pela vereadora Regina Célia de Oliveira, o presidente da Casa, Marco Aurélio Gomes dos Santos; João Rossmann, Cícero Cassimiro Domingos (Kakulé), Flávio Abbasi, Rogélio Salceda, José Renato Costa de Oliva. Os vereadores Valdir Gonçalves Mendes, Antônio Wilson Pontes Quintas e Alexandre Firmino Alves não compareceram à sessão extraordinária, realizada na quinta-feira (26).

A vereadora Regina ressaltou que o objetivo do projeto é assegurar a moralidade na contratação de funcionários comissionados. “É importante que a Câmara de Itanhaém siga o exemplo de outras Cidades que adotaram medidas semelhantes, no sentido de fortalecer a credibilidade do Poder Público e impedir que pessoas com condenação transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado venham a ocupar cargos comissionados. Espero que o projeto de lei seja sancionado pelo prefeito João Carlos Forssell”, disse.

Segundo a vereadora Regina, o texto relaciona várias situações que vedam a contratação entre as quais improbidade administrativa que importe em lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, corrupção eleitoral, abuso de poder econômico e político, crimes contra o patrimônio privado, sistema financeiro, meio ambiente, saúde pública, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, tráfico de entorpecentes, racismo, tortura, terrorismo, crimes hediondos, entre outros. “A vedação não se aplica aos crimes culposos e àqueles definidos em lei como de menor potencial ofensivo, nem aos crimes de ação penal privada”, destaca a parlamentar.

O vereador João Carlos Rossmann, ao parabenizar a vereadora Regina pela iniciativa, ressaltou a importância da medida. “Ética e cidadania devem permear as ações de qualquer pessoa e, principalmente, daquelas que ocupam ou venham a ser nomeadas para cargos públicos. Por isso, votei a favor do projeto Ficha Limpa”.

Escrito por Professora Regina às 13h45

Há lugar para a juventude na Reforma Política?

23/05/2011 11:45 | ARTIGOS

*Carla Bezerra e Gabriel Medina

A Reforma Política está novamente na agenda do dia, e dentro de um cenário mais favorável para a aprovação de medidas progressistas. Para nós, movimentos sociais e partidos políticos do campo democrático e popular, a defesa dessa reforma tem como sentido ampliar a participação e a democracia. Alterar o sistema político deve representar também acelerar as mudanças que hoje ocorrem no Brasil. Mais acesso à direitos básicos deve andar casado com mais poder e participação do povo.

Por isso, ela deve ter como diretrizes: ampliar a participação popular por meio de mecanismos diretos e participativos, fortalecer os aspectos ideológicos e programáticos dos partidos políticos, garantir maior presença de setores hoje sub-representados, como mulheres, negros/as e jovens, combater a prevalência do poder econômico, do excessivo personalismo, e do uso legendas de aluguel, hoje tão disseminadas no atual formato de nosso sistema político.

Caminhos e Possibilidades

Os caminhos para que essas mudanças ocorram são vários. No presente, o que tem se desenhado no Congresso é uma alteração mais pontual na nossa legislação eleitoral. O que está em processo de votação agora são as regras voltadas para a eleição de mandatos proporcionais (câmaras e assembléias).

Os efeitos dessas possíveis mudanças, mesmo que não tão amplas quanto defendemos nos movimentos sociais, são de importância fundamental e não devem ser menosprezados. Trata-se de momento inédito de coesão interna no PT, bem como de uma capacidade de articulação e diálogo com diferentes partidos políticos. Dentre as mudanças que há maior consenso, estão o financiamento exclusivamente público de campanha, a fidelidade partidária e o voto em lista preordenada – além do rechaço completo de propostas como “distritão”.

Esses três elementos combinados são fundamentais para os objetivos que mencionamos no início do texto: combater a prevalência do poder econômico, o oportunismo eleitoral e a sub-representação de setores como mulheres, negros e juventude.

Não é possível falarmos em democracia representativa, quando mais da metade da população não está devidamente representada nos espaços do Congresso Nacional. Nesse sentido, para democratizarmos a democracia, a defesa da lista preordenada só faz sentido se combinada ao critério de paridade de gênero. A isso, deve-se acrescer também outros recortes específicos, como de recorte étnico-racial, e a garantia de representação da juventude.

A Juventude na Reforma Política

No Brasil temos uma sub-representação da juventude nos partidos e instituições políticas, um fenômeno que não é restrito a partido A ou B e sim um problema generalizado. Nesse sentido, são necessárias ações políticas complementares para garantir a ampliação da participação dos jovens nesses espaços políticos e a renovação dos quadros políticos, tanto no campo das idéias como no da idade.

As propostas que defendemos para a Reforma Política contribuirão para que setores organizados, possam se expressar nas listas partidárias e sair da invisibilidade. Vale lembrar que hoje vivemos um dos maiores

números de jovens na história do Brasil, com uma população de 50 milhões, representando 26% da população brasileira. Os jovens representam 40% do eleitorado, entretanto, representam 3% do Congresso Nacional.

É fundamental que haja um investimento específico dos partidos na sua juventude e na formação de novas lideranças. Assim, defendemos que seja obrigatória a destinação de 5% do fundo partidário para investimentos na organização da respectiva juventude, com o objetivo de formação de novos quadros militantes e lideranças.

Ainda, defendemos que haja um limite de no máximo duas reeleições no mesmo cargo para o exercício parlamentar. Esse tipo de limitação obriga a permanente renovação dos partidos e contribui para o combate à lógica de profissionalização dos cargos políticos, permitindo que novas lideranças possam surgir e se alternar nos espaços de poder.

Por fim, é preciso rever a questão dos limites de idade mínima para concorrer a eleições. Hoje já temos as maioridades civil e penal igualadas em 18 anos, e o direito ao voto inicia-se aos 16. Por que então limitar para 21 ou 35 anos, conforme o cargo, o direito a concorrer às eleições? Propomos que a idade mínima esteja igualada em 18 anos em todos os casos.

Ir para as ruas!

Sabemos que não basta realizar a disputa nos corredores do Congresso, onde os deputados tendem a votar na continuidade das regras que garantiram a sua eleição. É fundamental que os movimentos sociais e partidos políticos do campo democrático e popular estejam organizados em um amplo processo de disputa de valores na sociedade.

A juventude pode cumprir um papel fundamental nessa disputa. Este ano, teremos grandes atividades de organizações juvenis, como o Congresso da UNE, a Plenária nacional da Juventude da CUT, o II Festival das Juventudes em Fortaleza, dentre outros. Ainda, teremos um amplo processo de debate desde os municípios, com a II Conferência Nacional de Juventude. É necessário que em todos esses espaços, haja debates e resoluções e que se organizem campanhas públicas sobre o tema. Só assim, poderemos garantir uma disputa pela esquerda das mudanças no sistema político brasileiro.

*Gabriel Medina é presidente do Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) e Carla Bezerra é membro da Executiva Nacional da Juventude do PT.

Código Florestal: PT quer reverter retrocessos e barrar violência ambiental

“A nossa esperança e o nosso esforço será para reverter essa situação no Senado. Não podemos admitir esse retrocesso na nossa legislação ambiental”, afirmou o líder da bancada, deputado Paulo Teixeira (SP).

Quarta-feira, 25 de maio de 2011
Por Imprensa PT Câmara

A bancada do Partido dos Trabalhadores que lutou junto com os movimentos sociais, ambientalistas, agricultores familiares e a comunidade científica para ter um novo Código Florestal equilibrado, que atendesse ao meio ambiente e à agricultura, tem esperança de que, no Senado, seja retirado do texto a emenda 164.

Essa emenda, aprovada e apresentada pelo PMDB e outros, anistia desmatadores e dá aos estados a prerrogativa de definir área de preservação. “A nossa esperança e o nosso esforço será para reverter essa situação no Senado. Não podemos admitir esse retrocesso na nossa legislação ambiental”, afirmou o líder da bancada, deputado Paulo Teixeira (SP).

O líder petista disse ainda que há tempo de reverter a situação e evitar que se consolide “essa violência ao meio ambiente brasileiro”. Paulo Teixeira explicou que, no Senado, será reaberto o debate e o texto pode e deve ser modificado. Com isso a matéria volta para apreciação na Câmara. “Então teremos tempo para concluirmos de melhor forma aquilo que começamos (votação do Código), entregando para o País uma legislação que garanta o nosso patrimônio ambiental, a nossa diversidade”, afirmou.

Como último recurso, antecipou Paulo Teixeira, a presidenta Dilma Rousseff vetará essa emenda. “A presidenta não aceitará qualquer medida que significa desmatamento ou transferência de competência da legislação ambiental para os estados”, enfatizou o líder petista. Paulo Teixeira lembrou que o compromisso da presidenta com a preservação ambiental é anterior à sua eleição. “Ela representou o Brasil, em 2009, na Conferência do Clima em Copenhague (Dinamarca) e assumiu o compromisso de redução de emissões de gases do efeito-estufa. A Dilma tem consciência do papel do país na questão ambiental”, afirmou.

Inconstitucional

O deputado Nazareno Fonteles (PT-PI) enfatizou a inconstitucionalidade da emenda 164. “Essa emenda não tem respaldo constitucional, é fácil de ser derrubada porque contraria o artigo 24 da Constituição, pelo qual cabe à União definir a Política Nacional do Meio Ambiente. Aos estados e municípios fica a tarefa de fiscalizar e regulamentar os dispositivos dessa política”, explicou. Para Nazareno, o que a bancada ruralista fez com a emenda 164 foi inverter essa prerrogativa.

“E o que é mais grave é que nem os estados e nem os municípios têm respaldo político e técnico para exercer uma função tão importante como essa. Se a União, que tem acúmulo de responsabilidade, tem o Ibama e a Polícia Federal, ainda enfrenta dificuldades, imagina o que vai acontecer, se essa política ficar na mão dos estados?”, questionou Nazareno Fonteles. Ele enfatizou que os governos estaduais e prefeituras são mais suscetíveis ao lobby dos grandes agricultores.

Nazareno disse ainda que não perdeu a esperança de reverter a situação e dar ao país um Código Florestal equilibrado, que garanta a segurança alimentar e a qualidade ambiental. Se as mudanças não acontecerem no Senado, tenho certeza de que a presidenta Dilma vetará, não será nem mesmo preciso questionar a constitucionalidade da lei no Supremo Tribunal Federal”, concluiu.

Temeridade

Para o deputado João Paulo Lima (PT-PE), foi uma temeridade aprovar a emenda 164. “Já fui prefeito por mais de um mandato e sei como funcionam as coisas nas prefeituras e quais são as deficiências dos estados e municípios”, afirmou o deputado. Ele disse ainda que o meio ambiente é uma questão de soberania nacional. Uma política ambiental não pode ser definida de forma isolada em cada estado. Isso é uma prerrogativa da União”, acrescentou.

Câmara aprova “Ficha Limpa” em primeira discussão

Reproduzo aqui do blog da Regina-PT, informações da sessão da câmara (dessa segunda-feira-23/05/2011).

A Câmara Municipal de Itanhaém aprovou, na segunda-feira (23), em primeira discussão, o projeto de lei “Ficha Limpa” (Projeto de Lei Complementar 03/11), proposto pela vice-presidente da Casa, vereadora Regina Célia de Oliveira. Votaram a favor da propositura os vereadores Marco Aurélio Gomes dos Santos (presidente), Flávio Abbasi, João Rossmann, José Renato Costa de Oliva e Rogélio Salceda. Os demais, vereadores – Cícero Cassimiro Domingos, Antônio Wilson Pontes Quintas e Valdir Gonçalves Mendes – estavam ausentes.

A autora da propositura explica que o projeto Ficha Limpa tem a finalidade de impedir a nomeação para cargos comissionados, na Prefeitura e no Legislativo Municipal, de pessoas condenadas judicialmente em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado.

Segundo a vereadora Regina, o texto relaciona várias situações que vedam a contratação entre as quais improbidade administrativa que importe em lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, corrupção eleitoral, abuso de poder econômico e político, crimes contra o patrimônio privado, sistema financeiro, meio ambiente, saúde pública, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, tráfico de entorpecentes, racismo, tortura, terrorismo, crimes hediondos, entre outros. “A vedação não se aplica aos crimes culposos e àqueles definidos em lei como de menor potencial ofensivo, nem aos crimes de ação penal privada”, destaca a parlamentar.

Nepotismo – Tramita na Câmara Municipal de Itanhaém o Projeto de Lei 28/11, apresentado pela vereadora Regina Célia de Oliveira (PT), que proíbe a nomeação ou contratação de cônjuge, convivente e parente, consangüíneo ou afim, até terceiro grau, do prefeito, vice-prefeito, secretários municipais e vereadores para cargos em comissão ou funções de confiança e empregos públicos, nos Poderes Executivo e Legislativo. Se o projeto de lei for aprovado e sancionado, os servidores que se enquadram nas situações previstas na propositura, deverão ser exonerados em até 30 dias.

A medida exclui nomeações ou designações de servidores ocupantes de cargo de provimento efetivo das carreiras dos Poderes Legislativo e Executivo, admitidos por concurso público, observada a compatibilidade do grau de escolaridade do cargo de origem ou a compatibilidade da atividade que lhe seja afeta e a complexidade inerente ao cargo em comissão a ser exercido, além da qualificação profissional do servidor, vedada, em qualquer caso, a nomeação ou designação para servir servidor que seja cônjuge, convivente ou parente até terceiro grau. O projeto de lei não veda a contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, desde que a contratação tenha sido precedida de regular processo seletivo.

A autora do projeto de lei destaca, na justificativa, que “a situação de nepotismo no serviço público é um tema que deve ser tratado de uma vez por todas pelo Poder Público, no sentido de garantir a impessoalidade e evitar privilégios advindos de mandatos eletivos. “Isto é uma questão crucial para o serviço público. Por mais difícil que seja tratar o tema, temos a obrigação de combater o nepotismo para preservar a credibilidade e a confiança depositadas pela população, através do voto”, afirma Regina.

A vereadora Regina ressalta que em nações mais desenvolvidas, o nepotismo não é admitido em hipótese alguma, fazendo com que os Poderes Públicos – Legislativo, Executivo e Judiciário – garantam essa impessoalidade, que é impreterível para a independência e ética na política. “Precisamos seguir o exemplo de diversas cidades brasileiras, inclusive algumas da região metropolitana da Baixada Santista, como Santos e Peruíbe, que desde setembro de 2002 e outubro de 2004, respectivamente, tem legislação específica que trata sobre o assunto. Esse tipo de norma em muito contribui para a preservação do princípio da moralidade, pois evita que as nomeações terminem por ser desvirtuadas da satisfação do interesse público e direcionadas ao atendimento de interesses a ele estranhos”, disse

Escrito por Professora Regina às 23h55

Seminário Estadual e Encontro Regional norteiam os petistas da Baixada Santista

Os delegados e filiados presentes no Encontro Regional e Seminário Estadual do PT, realizado no último sábado (21), em Cubatão, saíram da atividade incumbidos de organizar e fortalecer o partido em suas cidades. Lideranças, presidentes dos diretórios municipais e vereadores de toda região participaram do Encontro.
Após apresentação da situação do partido – tanto no Estado, como na Baixada Santista – os participantes debateram os caminhos que o PT adotará nos próximos meses. A unidade partidária e o apoio ao governo Dilma foi consenso na atividade.

De acordo com o deputado estadual João Antônio, secretário de Organização do PT-SP, a união do partido e a organização dos diretórios municipais são prioridades para a direção estadual. “Não podemos admitir que projetos individuais se sobreponham à vontade política do PT. A unidade do partido está em primeiro plano”, disse o Secretário.

Sobre a política de alianças, que o partido deverá adotar nas próximas eleições, o Secretário informou que está sendo construída uma resolução, que deve ser discutida no Encontro das Macros. Mas, adiantou que as alianças partidárias não devem sobrepor à política nacional do PT.

O presidente do PT-SP, Edinho Silva, falou sobre a importância da realização dos seminários em todas as regiões do Estado. Os encontros têm o objetivo de estruturar e fortalecer o partido para as próximas eleições.

Ao final, foram indicados os delegados que representarão a Baixada Santista no Encontro das Macros, que será realizado mês de junho, na cidade de Sumaré.

Conjuntura Regional – O coordenador da Macro Baixada, Emerson Santos, apresentou informações referentes ao resultado obtido pelo PT nas últimas eleições na região. A criação do GTE – Grupo de Trabalho Eleitoral Regional, composto por um representante de cada cidade da Baixada Santista, também foi comentada. “Agora cada representante do GTE deverá entregar à Executiva da Macro questionário respondendo um conjunto de informações sobre o panorama eleitoral de seu município”, disse Emerson.

O município de Praia Grande foi destacado no Encontro, como estratégico para o PT fazer política no litoral sul, pois o partido terá candidaturas próprias ao Executivo, de Itanhaém e Peruíbe, em 2012.

Escrito por Professora Regina às 04h23

Vocês tampouco conseguirão sabotar Dilma


Do Blog Da Cidadania
Posted by eduguim on 20/05/11 • Categorized as Aviso

Sei que vocês estão lendo o que escrevo. Então, só para começar, quero avisá-los de que, se acham que conseguirão fazer com Dilma o que não conseguiram fazer com Lula, estão muito enganados. E, se acham que encontraram resistência antes, esperem só para ver agora.

Nesse caso do Palocci, vocês acham que, como ele é alvo de antipatia da esquerda por suas boas relações com o mercado, parte dos que apoiaram a eleição de Dilma poderão ser manipulados indefinidamente, como estão sendo no caso do principal ministro dela.

Quanto tempo acham que vai demorar para ficar absolutamente claro que os alvos não são Palocci ou Dilma, mas o governo? Vocês tentam sabotar o governo para que não consiga continuar melhorando o país, o que é a única chance de vocês voltarem ao poder.

Quanto tempo mais será necessário para que todos percebam que cada vez mais ministros estão virando vossos alvos? Ana de Hollanda (que fez um monte de bobagens), Nelson Jobim, Fernando Haddad, Antonio Pallocci… Todos vão entrando na roda, em maior ou menor grau.

O caso de Palocci é mais sério. Apesar de suas questionáveis posições políticas e ideológicas (por ser do PT), está inserido no projeto de Dilma, que apoiei na eleição. E, neste momento delicado da economia, com a guerra cambial internacional açulando a inflação, ele é primordial.

Vocês não estão gastando toda essa artilharia contra Palocci à toa. Sabem muito bem que a queda do principal ministro do governo, neste momento, poucos meses após a posse, seria um desastre para o governo e para o país. Continuam apostando no caos.

Sim, Dilma e o governo ainda hesitam em partir para a briga. Mas se acham que é medo, lembrem-se de que Lula também hesitou. Uma hora ela vai se cansar de ser sabotada e vai reagir tanto quanto o antecessor.

E não se animem se conseguirem derrubar Palocci. Vocês derrubaram o José Dirceu e acharam que tinham dado um golpe mortal no PT, mas, ao fim, ferraram-se.

Eu, particularmente, bancaria essa briga já. Mostraria, por A mais B, que Palocci enriqueceu como enriquecem todos os que ocupam o cargo que ocupou porque o sistema permite isso, legalmente. Não há nada de errado. Palocci fez nada mais do que aproveitar a boca.

Vocês sabem que eu gostaria de ser crítico em relação ao governo. Sabem que nunca ganhei nada do governo, que nada ganho e que luto muito pra sobreviver. Já me investigaram, que eu sei. Vocês não entendem minhas razões? É porque se pautam por vocês mesmos…

Vou infernizá-los, meus caros. Podem ter certeza disso. E não tenho medo de vocês. Farei quantas manifestações forem necessárias, farei quantas representações forem necessárias, escreverei tantos textos quantos forem necessários…

Sabem por quê? Só vejo uma forma de melhorar minha vida. Há alguns meses, durante um almoço com amigos e um parlamentar, ele me perguntou se poderia ajudar em alguma coisa no caso de minha filha doente. Eu lhe disse: faça por todos que ela se beneficiará também.

Julgam-me ingênuo? Vocês é que são. O país está melhorando à revelia de vocês. E este governo, como o anterior, trava uma guerra contra o preconceito. São preconceitos étnicos, de orientação sexual e regional, no mínimo. Preconceitos que vocês criaram.

Vocês não conseguiram nem quando tinham base de apoio muito maior no Congresso. Agora, golpistas, a situação é muito mais adversa e seus métodos não variam. Serão surrados pela sociedade, que continuará apoiando Dilma se ela continuar melhorando a sua vida.

Aliás, tomem cuidado porque a armação contra Palocci pode se voltar contra vocês. Estou sabendo que se levarem muito adiante essa safadeza, vossos amiguinhos da área econômica do governo FHC vão ter que entrar na roda. E vocês sabem o que isso significa.

Vereadora Professora Regina avalia positivamente a 14ª Marcha a Brasília

Sábado , 14 de Maio de 2011
Reproduzo do Blog da Vereadora Regina/PT – Itanhaém-SP

De volta a Itanhaém, a vereadora Regina Célia de Oliveira (PT), de Itanhaém, avaliou positivamente a 14ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, encontro que reuniu quatro mil prefeitos, de 10 a 12 de maio. “A mobilização dos prefeitos aumenta ano a ano. Isto é importante para fortalecer as reivindicações ao governo federal para equacionar problemas comuns enfrentados pela maioria das cidades. Além disso, o evento possibilita o intercâmbio de informações e o contato com diversos órgãos federais. Há uma série de programas e ações que podem ser bem aproveitados pelas prefeituras”.

A vereadora Regina considera que houve avanço em relação aos principais itens da pauta. A presidente Dilma Rousseff garantiu a liberação de Restos a Pagar, sendo que a primeira parcela de R$ 520 milhões será paga de imediato às prefeituras e o restante – R$ 230 milhões – será depositado até o dia 6 de junho. A presidente Dilma também garantiu que será considerada a participação dos municípios na elaboração de proposta para aprimorar a distribuição de royalties do pré-sal. O governo federal deve apoiar a regulamentação da Emenda Constitucional 29, que propõe critérios para a distribuição de recursos para a Saúde. Outro ponto positivo é a discussão de medidas para desburocratizar a tramitação de projetos junto à Caixa Econômica Federal, tornando, mais ágil, a liberação de recursos aos municípios. O volume de recursos do PAC 2 deverá aumentar para R$ 121 bilhões ( o valor global do primeiro PAC foi de R$ 59 bilhões).

Ao pontuar os compromissos assumidos pelo governo federal na área social, Regina destaca a garantia de recursos não apenas para a construção, mas também o custeio de novas creches e escolas, até a liberação de recursos do FUNDEB às prefeituras; a reforma e ampliação de unidades de saúde, visto que a maioria está fora do padrão de qualidade da Agência Nacional de Saúde (ANVISA); aumento de repasses para o programa Estratégia da Família; instalação de “academias de saúde”, objetivando combater a obesidade, através da prática de atividades físicas; melhoria da assistência às gestantes, através do programa Rede Cegonha; e combate ao crack.

Líder do PT aponta trechos divergentes em textos de Código Florestal

Por: Danilo Macedo e Ivan Richard, da Agência Brasil

Publicado em 12/05/2011, 10:15

Última atualização às 14:18

Brasília – Em meio à polêmica que se tornou a votação do projeto de lei de reforma do Código Florestal, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (PT-SP), afirmou, logo após o adiamento da votação, que o relator da proposta, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), rompeu acordo firmado entre os líderes e o governo ao apresentar no plenário um texto diferente do que havia sido fechado durante as negociações. Rebelo negou que tenha promovido modificações sem o consentimento dos líderes. A votação ficou para a próxima terça-feira (17).

De acordo com Teixeira, no texto acordado entre os líderes por volta das 21h desta terça-feira (11), há pontos divergentes do texto apresentado por Rebelo para a votação em forma de substitutivo. Entre eles, segundo o líder, está a inclusão do Parágrafo 5º do Artigo 33 na proposta que seria colocada em votação.

“Cumpridas as obrigações estabelecidas no Programa de Regularização Ambiental ou no termo de compromisso para regularização ambiental das exigências desta lei, os prazos e condições neles estabelecidos, as multas, referidas neste artigo, serão consideradas como convertidas em serviços de conservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente, legitimando as áreas que remanesceram, ocupadas com atividades agrossilvopastoris, regularizando seu uso como área rural para todos os fins”, diz o parágrafo que, segundo o líder do PT, foi acrescentado ao texto após o encerramento das discussões.

“Esse dispositivo representa consolidar todas as áreas”, disse Teixeira. Ele lembrou que, conforme o acordo estabelecido entre o governo e os líderes partidários, a consolidação das áreas de preservação permanente já utilizadas para agricultura seria definida posteriormente por decreto presidencial. “Foram resgatados conteúdos que já tinham sido expurgados do texto. Houve uma quebra de acordo”, acusou Teixeira.

Já Aldo Rebelo negou que tenha promovido mudanças sem o consentimento dos líderes. “Eu não mudei, tenho testemunhas. Os líderes do governo (Cândido Vaccarezza), do PMDB (Henrique Eduardo Alves), e os demais líderes da Casa acompanharam a redação da proposta”, disse Rebelo.

No entanto, o líder petista acusa o relator do Código Florestal de ainda retirar do texto negociado entre governo e lideranças da Casa uma “trava” sobre o fracionamento de propriedades maiores de quatro módulos fiscais para burlar a legislação.

Segundo Teixeira, na proposta enviada à sua bancada após o desfecho das negociações, estava escrito no Parágrafo 7º do Artigo 12 que “em todos os imóveis rurais que não detinham, em 22 de julho de 2008, área maior que quatro módulos fiscais” a reserva legal obrigatória seria aquela existente na mesma data. Já no texto levado ao plenário pelo relator o trecho foi removido.

Ao retirar essa parte, a legislação permitiria, na avaliação do líder petista, que proprietários com imóveis com mais de quatro módulos fiscais fracionassem suas terras para ficar isentos de recompor reserva legal.

Carta à juventude e ao PT

É com muito orgulho que hoje escrevo este texto. Não é sempre que um jovem vindo da periferia de Cuiabá, passando por todas as dificuldades que passei na vida, chega até onde cheguei: Secretário nacional da Juventude do PT.

Sempre que ouço os discursos de nosso eterno presidente Lula falando da dificuldade de sua vida e a de muitos brasileiros, sinto como se ele estivesse se referindo a mim, e a história de minha família. Minha mãe, militante histórica do PT do Mato Grosso, também sente isso. E nos orgulhamos muito.

E isso tudo me dá claros sinais. Sinais de que esta oportunidade que o destino me dá hoje não pode ser jogada fora. Sinais de que a Juventude do PT ansiou por mudanças, como as que ocorrem no Brasil. Sinais de que o avanço na discussão do “tema juventude” não podem parar. E não vão, no que depender deste companheiro.

Os que me conhecem sabem que sou uma pessoa de compromisso e muito trabalho. São essas duas características de minha personalidade que ofereço ao PT e ao Brasil. Assumo desde já o compromisso de realizar uma gestão que inclua todas as representações internas e de segmentos sociais que compõem nossa Direção. A Juventude do PT só pode ser chamada assim se de fato os jovens do PT a compuserem. É tarefa nossa romper a barreira entre dirigentes da juventude e a base desta, e dialogar amplamente com todos os jovens, nos quatro cantos do país.

Assumo ainda mais compromissos. Vamos, junto com a Direção da JPT nas agendas internas e externas que teremos, aumentar nossa participação numérica e politicamente em todas elas. A JPT precisa e deve estar inserida no movimento social, e acreditem, estaremos.

O I Congresso da Juventude do PT representou um avanço imensurável na organização da JPT nos estados e municípios, nosso maior desafio, sem dúvida, é organizar um II Congresso maior e melhor, ou seja, menos eleitoral e mais politizado, e que possibilite a manifestação de toda a diversidade dos delegados vindos dos 26 estados e Distrito Federal. O II Congresso deve ser também um encontro do Brasil Petista, de troca de experiências e realidades, onde todos e todas saiam ganhando.

Por fim, esta frase do Presidente Lula, escrita em 28 de outubro de 2002, sintetiza meus pensamentos e sentimentos:

“Meu coração bate forte. Sei que estou sintonizado com a esperança de milhões e milhões de outros corações. Estou otimista. Sinto que um novo Brasil está nascendo.”

Um forte abraço a todos que sonham. É com eles que iremos caminhar em nossa gestão.

Valdemir Pascoal (PT-MT)

Secretário Nacional da Juventude

Partido dos Trabalhadores

Procurador que persegue Lula foi denunciado por vários crimes no Amapá

Postado por LEN às 3:25 am Adicionar comentários .mai 10

2011.O Procurador regional da República de Porto Alegre/RS, Manoel Pastana encaminhou ontem ao Procurador Geral da República Roberto Gurgel mais uma ação, dessa vez criminal, contra o ex-presidente Lula pelo caso chamado pela velha mídia de “mensalão”.

O argumento usado nessa ação e na que havia sido encaminhada anteriormente de improbidade administrativa se baseia na requentada acusação que foi negada pelo ex-PGR Antonio Fernandes de Souza, de participação do ex-presidente ao assinar a correspondência enviada pelo Ministério da Previdência aos pensionistas avisando-os sobre a possibilidade de contrair empréstimos consignados, o que segundo sua distorcida lógica seria beneficiamento a um dos bancos que podem gerar esses empréstimos e estão citados na denúncia que tramita no STF.

A perseguição do procurador a Lula não vem de hoje, ele faz acusações públicas ao ex-presidente desde que o caso ganhou manchetes seja em entrevistas, seja no seu livro autobiográfico chegando até a denunciar o ex-PGR por não ter incluído Lula na denúncia. O procurador ficou famoso por receber do programa “MAIS VOCÊ” da Globo, o prêmio superação em 2009, por ter chegado a procurador, tendo sido faxineiro e vendedor de livros. Suspeita-se que a premiação na verdade tenha sido pelos ataques que faz a Lula.

Pastana é paraense, tendo sido procurador-chefe no estado do Amapá, onde foi denunciado por procuradores regionais locais pela prática de vários crimes, entre eles, fraude em licitação, corrupção ativa, prevaricação, condescendência criminosa, por praticar advocacia administrativa, de promover tráfico de influência, facilidades e privilégios a parentes e amigos, principalmente usando carros oficiais, computadores e máquinas de Xerox, de pagar a conta de um irmão com dinheiro público, por segurar ação que denunciava a contratação irregular pelo próprio MPU/AP.

O texto principal das acusações feitas em 2003, continha 262 páginas onde foram anexadas fotos, fichas de controle de entrada e saída de veículos, procedimentos, representações e processos licitatórios. Chegaram a virar ação penal que foi trancada em 2007 no STJ depois que o Conselho Nacional do Ministério Público julgou que não havia “indícios suficientes” para dar seguimento na ação administrativa, decisão essa seguida pelo relator, Ministro Gilson Dipp e o pleno do STJ.

A única acusação aceita pelo STJ foi a de extravio de documentos, declarando em seguida que a pena para o caso estava prescrita, se baseando como início da ação uma data equivocada: 2001, quando a ação era de 2003. O MPU entrou com recurso, mas de nada adiantou, a impunidade do Procurador que persegue Lula estava garantido pelo abominável esquema da justiça que só condena quem não tem recurso para pagar um bom advogado.

Um procurador da república impune de tantas acusações provadas nem deveria estar podendo exercer um cargo que exige idoneidade, mas continua aí recebendo do dinheiro de nossos impostos para fazer o trabalho sujo de tentar destruir reputações. Por muito menos Luiz Francisco de Souza e Guilherme Schelb foram afastados de suas funções por alegada perseguição contra FHC, sob pressão da imprensa.

O procurador faz a denúncia em momento em que o PGR está viajando, dando mais tempo para a imprensa fazer a demagógica exploração da denúncia. O plano orquestrado de tentar reduzir a popularidade de Lula através da destruição de sua reputação continua em andamento, com direito a prêmio da Globo e tudo mais. É preciso que a resposta do PT seja imediata e dura contra mais essa ação. O Procurador Geral por sua vez tem a obrigação de rechaçar essas peças de difamação o mais rápido possível sob pena ser conivente com o procurador Pastana. Já chega de leniência com o uso político do Ministério Público da União, Manoel Pastana deve ser imediatamente denunciado.

Fonte de algumas informações: Sindicato dos procuradores regionais do Ministério Público da União do Amapá.

Fonte da imagem ilustrativa: http://chargesdobenett.zip.net/ – Autor: Benett.
Reprodução: Blog Ponto&Contraponto

PSDB: uma presa fácil para o PT

Reproduzo texto do blog de Política do www.atribuna.com.br

Partidos Políticos Postado por: Tadeu Ferreira 20/04/2011

O PSDB parece ainda não ter apreendido as duras lições que recebeu das urnas em 2010. Não foi capaz de curar as chagas abertas pela terceira derrota seguida na corrida presidencial para o PT. Pior: não sufocou a briga de egos que ameaça acabar com o partido, o duelo entre os clãs de José Serra e Geraldo Alckmin/Aécio Neves. Os tucanos arrastaram a situação desde outubro do ano passado e, com a base de sustentação fraca, se tornaram uma presa fácil para as investidas do PSD, um furacão que já arrasa os alicerces do seu maior aliado, o DEM. Ou alguém duvida que os tucanos desertores vão deixar de aproveitar essa única janela a arriscar perderem seus mandatos por infidelidade partidária? O que se viu no recente episódio em que seis vereadores paulistanos – entre eles o presidente da Câmara, José Police Neto – anunciaram suas desfiliações é uma rebelião de tucanos que não engoliram o fato de o governador Geraldo Alckmin ter colocado na presidência do partido na maior cidade da América Latina o secretário de Estado da Gestão Pública Júlio Semeghini. É essa a leitura de um tucano que ocupa ninho nos mais altos galhos do PSDB santista. Simplesmente porque Semeghini não tem nenhuma identificação com o diretório municipal paulistano. Dos quadros do PSDB desde 1990, o secretário tem sua base eleitoral na região de São José do Rio Preto e exerceu mandato de deputado federal na distante Brasília entre 1999 a 2010. Ou seja, tem pouca – ou quase nenhuma – identificação com o ninho paulistano. Semeghini, porém, foi um remédio encontrado por Alckmin para barrar os soldados de José Serra. Na última sexta-feira, o governador até tentou controlar a rebelião oferecendo a Serra uma vaga em seu secretariado, devolvendo, assim, o convite que havia recebido de seu antecessor em 2009 (Alckmin foi secretário de Desenvolvimento no mandato de Serra no Palácio de Bandeirantes). Acontece que Serra não aceitou a contrapartida e pode ter assinando o atestado de óbito do partido. Depois da mais recente derrota de Serra nas eleições à Presidência da República, o Palácio dos Bandeirantes passou a ser a fortaleza dos tucanos que, agora, parece começar a sentir o tremor de tanta turbulência em suas muralhas. E a situação pode ficar ainda pior: o sétimo vereador, Adolfo Quintas, pode se rebelar a qualquer momento. Isso reduziria a bancada do PSDB a apenas seis membros. Com ou sem Quintas, o partido já está com menos representantes que o PT, coisa que não ocorria no Legislativo Municipal de São Paulo desde 2001. Ou seja: se tem alguém que vai ganhar com tudo isso são os petistas, justamente o inimigo que os tucanos deveriam estar empenhados em combater.

Diretor de Avatar diz que Brasil e índios estarão em seus próximos filmes

James Cameron não descarta temática indígena nas duas sequências de Avatar

raoni-cameron-TL

publicado em 25/03/2011 às 18h12:
Vanessa Carvalho/Free News/AE

Cameron(à esq.) e Raoni criticaram construção de Belo Monte e falta de diálogo do governo com povos que serão atingidos

Aline Sordili, enviada do R7 a ManausTexto:

O Brasil e a sustentabilidade serão temas presentes no próximo filme do cineasta canadense James Cameron. Diretor de Avatar, Titanic e Exterminador do Futuro 1 e 2, Cameron garantiu ter contrato com a produtora 25th Century Fox para duas sequências de Avatar.

– O respeito à natureza e a sabedoria indígena continuarão na temática dos dois filmes.

Durante o 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade, em Manaus, Cameron prometeu um documentário sobre a energia do futuro e afirmou que manterá sua luta pela sustentabilidade atuando em três frentes.

– Primeiro, a ficção, com Avatar. Outra é a realidade, no documentário que abordará também o Brasil. E a terceira é a minha vocação. Meu destino está ligado ao Brasil. É um aprendizado para todos.

Cameron acrescentou que gostaria de ter conhecido os índios caiapó antes de fazer Avatar porque “teria feito um filme melhor”.

Nesta sexta-feira (25), Cameron convocou os jornalistas para debater a construção da usina de Belo Monte, na bacia do rio Xingu, no Pará. Cameron estava acompanhado do cacique kayapó Raoni Txucurramãe, da líder Sheyla Juruna, de Brent Millikan, da organização não governamental International Rivers, de Philip Fearnside, do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), e de Francisco Hernandez, do IEE (Instituto de Eletrotécnica e Energia) da USP (Universidade de São Paulo). No ano passado, Cameron já havia criticado a construção da usina na primeira edição do Fórum Mundial de Sustentabilidade.

– Não é um projeto bem concebido e gera muitas mudanças na região. Não é transparente e não é inclusivo com relação à população diretamente afetada. A demanda de energia vai crescer no Brasil, e a hidrelétrica parece ser a resposta mais óbvia. Mas não é. Existem outras alternativas, como solar ou eólica. Sei que não é isso que o governo ouvir.

Raoni criticou falta de diálogo do governo com povos atingidos pela construção de hidrelétrica

O cineasta contou que, depois de sua participação em 2010, fez contato com líderes das comunidades da região e conheceu a área acompanhado de especialistas, que lhe explicaram os impactos que a hidrelétrica deve ter nas populações e no ambiente. “O que está sendo discutindo é uma crise humanitária que já tem repercussão internacional”, declarou Cameron, sobre as comunidades indígenas da Bacia do Xingu.

Um dos grandes amigos brasileiros de Cameron é o cacique kayapó Raoni Txucurramãe. Raoni deu ao cineasta o apelido de Kapremp-ti, que em kayapó é o nome para a entidade que defende o meio ambiente de qualquer agressor e dá o troco.

– É uma força mágica dos bichos, das árvores e das pedras que defende a natureza de qualquer predador que abusa da balança da natureza. James Cameron é a encarnação dessa força.

Durante a entrevista, Raoni reforçou a crítica à falta de diálogo do governo com os povos atingidos.

– Acima de todas as ameaças, as mentiras e a falta de transparência são o que mais nos amedrontam.

O cacique criticou também o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, o político traiu o povo indígena por permitir o projeto de construção da usina de Belo Monte, na região de Volta Grande do Rio Xingu, no Pará. O projeto é um dos maiores empreendimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

– O governo brasileiro não quer nos ouvir. Só aqueles que ganharão dinheiro com o projeto parecem ter acesso ao ouvido do governo. Até o presidente Lula traiu o povo deste país. Por isso, estou cheio de raiva contra Lula e as lideranças que defendem esses projetos. Sentimos que os governos de Lula e também de Dilma têm uma grande falta de compaixão pelo povo. Não respeitam o sofrimento que eles sabem que vão causar.

Raoni diz que as represas planejadas no rio Xingu vão afetar o ciclo natural das águas, a reprodução dos peixes, e, consequentemente, toda a população que depende da natureza para viver na região.

– Nossos antepassados, os primeiros que chegaram na área do Xingu, logo descobriram esses ciclos e a importância deles. Tudo isso vai ser destruído por estes projetos. Nós informamos o governo dos efeitos disso.

A conversa entre Cameron e Raoni foi toda traduzida do caiapó para o inglês por um antropólogo americano que estuda a tribo há mais de quarenta anos.

Aline Sordili, gerente de projetos de conteúdo do R7.com, viajou a convite do Lide e da Seminars

Por que Lula é “o cara” e FHC é personagem da revista “Caras”

sábado, 19 de março de 2011

O Itamaraty convidou todos os ex-presidentes brasileiros para o almoço que será oferecido ao presidente dos EUA, Barack Obama, no sábado, em Brasília.

O presidente Lula, segundo sua assessoria, declinou do convite, entendendo que o encontro é mais apropriado aos chefes de Estado.

Lula é ciente da responsabilidade de seu papel e de sua dimensão política. Haveria um gesto carregado de simbolismo político se ele fizesse uma distinção especial ao presidente dos EUA e não fizesse o mesmo às dezenas de presidentes africanos, latino-americanos e asiáticos que visitam o Brasil.

É como aquela história que ele conta, quando estava na presidência e no primeiro encontro de presidentes, todos se levantaram da cadeira quando Bush chegou, e ele não, afinal ninguém havia se levantado quando ele (Lula) havia chegado, então por que fazer um distinção especial ao presidente dos EUA? E não houve nenhum atrito nas boas relações por isso.

Voltando ao almoço do Itamaraty, se Lula fosse, compareceria como líder político, e estaria ali prestigiando não a pessoa de Obama, com quem sempre se relacionou bem pessoalmente, e sim as políticas que Obama carrega na bagagem, onde há contenciosos bilaterais e multilaterais com o Brasil em disputa.

E que sentido político haveria num encontro destes? Falar o quê, se Dilma dirá tudo o que o Brasil e ele teriam a dizer?

Só faria sentido fazer tal distinção especial, se Obama viesse ao Brasil anunciar alguma mudança de posição no protecionismo comercial, na flexibilização da posição dos EUA na rodada de Doha ou na conferência do clima; enfim, algum acordo importante para o Brasil ou para os países mais pobres, negociado ao longo do governo Lula, que estivesse sendo destravado. Fora isso, estaria apenas prestigiando indiretamente e sem querer, as posições estadunidenses travadas nas mesas de negociação internacionais.

Já FHC fez a mala e desembarcou em Brasília ainda na sexta-feira, a tempo de ser o primeiro da fila na “boca livre”.

FHC não tem esse problema, porque ele também é ciente de sua dimensão política. No caso, da pouca dimensão que tem, pelo legado sofrível que deixou do seu governo e pelo próprio correr do tempo. FHC não vai prestigiar, vai atrás de prestígio para si. Com isso, animará metade da platéia de leitores demo-tucanos do PIG com suas fotos para revista “Caras”, e irritará a outra metade ao ir, mais uma vez, bajular a presidenta Dilma Rousseff.

Executiva do PT-SP se reúne para organizar o Seminário do dia 26 de março

Objetivo do evento é unificar macrorregiões em torno de temas como reforma política e diálogo com setores da sociedade paulista

Por Cezar Xavier, Presidência PT-SP
Segunda-feira, 14 de março de 2011

O presidente do PT-SP, deputado estadual Edinho Silva, participa nesta manhã de segunda (14) de reunião da Executiva Estadual do PT. A principal pauta do encontro é a realização de um seminário, no dia 26, que deverá discutir temas estratégicos para o partido, que serão compartilhados com a militância, por meio de ampla mobilização de caravanas às macrorregiões do estado.

O Seminário ocorrerá dia 26 de março e contará com a participação das bancadas e prefeitos petistas, além das lideranças e militantes dos movimentos sociais. Conforme discutido, o seminário deverá ter três mesas. Os temas de debate serão a conjuntura política, o papel dos setores médios na formação de opinião e a reforma política.

“Estamos preparando este seminário para unificarmos a atuação do partido no estado. O PT está construindo sua unidade para trabalharmos com o objetivo de melhorarmos a vida do povo paulista”, justifica Edinho.

As visitas às macrorregiões, em forma de caravanas de dirigentes, terão início em abril e se encerram no mês de junho com o Encontro das Macrorregiões.

PMDB na Baixada Santista: mais contras do que prós

Reproduzo aqui artigo do Blog DIA A DIA – A TRIBUNA.COM

Partidos Políticos
Postado por: Tadeu Ferreira Jr. – 15/03/2011

Aparentemente, os prefeitos peemedebistas da Baixada Santista não precisam se preocupar com as anunciadas intervenções que o cacique-mor da sigla e vice-presidente da República, Michel Temer, vai fazer em diretórios em todo o Estado de São Paulo.

A intenção de Temer é limar quem insistir em seguir as ordens do falecido ex-presidente do PMDB paulista, Orestes Quércia, e permanecer aliado ao Governo Geraldo Alckmin. Em Santos, houve quem apostasse que João Paulo Papa, pela proximidade com os tucanos, estaria na mira de Temer.

Entretanto, aparentemente, o cacique peemedebista não quer briga com o astro maior da sigla na Baixada Santista. Já em Guarujá, as raízes petistas da prefeita Maria Antonieta parecem não ser obstáculos para o cumprimento das novas regras do jogo.

Nas outras sete cidades da Baixada Santista, porém, é bom os peemedebistas locais colocarem as barbas de molho. Em nenhuma delas o PMDB tem sequer a Vice-Prefeitura. Nas câmaras municipais, estão presentes apenas em Praia Grande e Peruíbe, com duas cadeiras em cada uma.

Em Bertioga, Cubatão, Mongaguá, Itanhaém e São Vicente, o partido não tem mandato nenhum. São um prato cheio para Temer e seus interventores antitucanos.

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