Professores grevistas vaiam Alckmin durante reinauguração de plataforma de pesca

Sexta-feira, 27 de maio de 2011 – 15h03

Mongaguá

Professores grevistas vaiam Alckmin durante reinauguração de plataforma de pesca

Agência Estado

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi vaiado durante a manhã por um grupo de professores e funcionários do Centro Paula Souza, mantenedor das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e das Faculdades de Tecnologia (Fatecs), que compareceram à reinauguração da plataforma de pesca de Mongaguá. As instituições estão em greve desde o último dia 13, um dia após o governo ter anunciado reajuste de 11% para professores e funcionários.

Com cartazes que citavam os baixos salários e o vale-refeição de R$ 4, os manifestantes gritavam “au au au aumento de um real” e “robalo”, durante discurso do governador, que citava a pescaria. Uma manifestante constrangeu o governador e outras autoridades presentes ao evento quando, segurando uma rosa para entregar a Alckmin, subiu ao palco, pegou o microfone e rapidamente reivindicou um aumento maior para os professores.

“Estamos há seis anos sem reajuste e eles ofereceram 11%, o que não cobre nem a inflação de dois anos”, disse o coordenador do curso de Eletrotécnica da Etec Aristóteles Ferreira, de Santos, Osmar Quintas Valentim.

O governador disse que “hoje apenas 10% dos professores e funcionários estão em greve, mas temos certeza que em breve tudo estará resolvido”. Após inaugurar a plataforma de pesca de Mongaguá, Alckmin seguiu para São Vicente, para entregar as chaves de 158 moradias de dois empreendimentos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), no Jardim Samaritá.

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Um dos melhores prefeitos de Itanhaém…

Coisas do

Assuntos que o nosso prefeito conversou com a comunidade:
1.terrenos com ou sem proprietário que cuide; ocupação dessas áreas etc..
2.números de lançamentos imobiliários no município e suas particularidades;
3.limitações do executivo;
4.Programa Onda Limpa do Estado e sua atuação na cidade;
5.Resumindo: A sua excelente gestão e suas limitações administrativas.

Acredite, isso está na web.
Fonte: De Tamaiosi

Serra prepara voo para o partido criado por Kassab após perder espaço no PSDB

Do
Correio do Brasil

Por Redação – de São Paulo

Está aberta a janela para o candidato derrotado à Presidência da República José Serravoar para fora do ninho tucano. Na noite passada, uma reunião entre o governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves (MG) praticamente encerrou a discussão sobre o nome que irá conduzir o PSDB até as eleições municipais, no ano que vem. Ambos resolveram apoiar a recondução do deputado Sérgio Guerra (PE) à Presidência Nacional da legenda e enterrar os sonhos de Serra, que desejava comandar o partido e se fortalecer para uma próxima disputa com a presidenta Dilma Rousseff, em 2014.

Aécio, no entanto, tem deixado claro aos interlocutores que não pretende ceder tão facilmente quanto na convenção de 2010. Os delegados, divididos entre os dois líderes da legenda, terminaram por votar em Serra, diante da decisão do ex-governador mineiro de concorrer a uma vaga ao Senado. A cisão, no entanto, aprofundou-se durante a campanha em Minas, onde o candidato tucano amargou uma de suas piores decepções e Dilma, por sua vez, comemorou a vitória sobre o adversário em um Estado controlado pela oposição.

Terminadas as eleições, Serra “perdeu perdendo”, como classificou a derrota dele a adversária do PV, Marina Silva. O grupo serrista, no entanto, ao se ver reduzido apenas a alguns parlamentares e aliados de sempre, como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), procurou minar a candidatura de Guerra para ocupar o Diretório Nacional da legenda. O senador pernambucano, no entanto, aliou-se ao governador paulista e ao senador mais votado da agremiação partidária para se manter no cargo, enquanto Serra, segundo alta fonte no governo paulista desconfia, incensa a criação do Partido Social Democrata (PSD), articulada por Kassab.

O PSD, de acordo o secretário de Alckmin, será a opção natural de Serra caso resolva bater asas do PSDB.

PSDB: uma presa fácil para o PT

Reproduzo texto do blog de Política do www.atribuna.com.br

Partidos Políticos Postado por: Tadeu Ferreira 20/04/2011

O PSDB parece ainda não ter apreendido as duras lições que recebeu das urnas em 2010. Não foi capaz de curar as chagas abertas pela terceira derrota seguida na corrida presidencial para o PT. Pior: não sufocou a briga de egos que ameaça acabar com o partido, o duelo entre os clãs de José Serra e Geraldo Alckmin/Aécio Neves. Os tucanos arrastaram a situação desde outubro do ano passado e, com a base de sustentação fraca, se tornaram uma presa fácil para as investidas do PSD, um furacão que já arrasa os alicerces do seu maior aliado, o DEM. Ou alguém duvida que os tucanos desertores vão deixar de aproveitar essa única janela a arriscar perderem seus mandatos por infidelidade partidária? O que se viu no recente episódio em que seis vereadores paulistanos – entre eles o presidente da Câmara, José Police Neto – anunciaram suas desfiliações é uma rebelião de tucanos que não engoliram o fato de o governador Geraldo Alckmin ter colocado na presidência do partido na maior cidade da América Latina o secretário de Estado da Gestão Pública Júlio Semeghini. É essa a leitura de um tucano que ocupa ninho nos mais altos galhos do PSDB santista. Simplesmente porque Semeghini não tem nenhuma identificação com o diretório municipal paulistano. Dos quadros do PSDB desde 1990, o secretário tem sua base eleitoral na região de São José do Rio Preto e exerceu mandato de deputado federal na distante Brasília entre 1999 a 2010. Ou seja, tem pouca – ou quase nenhuma – identificação com o ninho paulistano. Semeghini, porém, foi um remédio encontrado por Alckmin para barrar os soldados de José Serra. Na última sexta-feira, o governador até tentou controlar a rebelião oferecendo a Serra uma vaga em seu secretariado, devolvendo, assim, o convite que havia recebido de seu antecessor em 2009 (Alckmin foi secretário de Desenvolvimento no mandato de Serra no Palácio de Bandeirantes). Acontece que Serra não aceitou a contrapartida e pode ter assinando o atestado de óbito do partido. Depois da mais recente derrota de Serra nas eleições à Presidência da República, o Palácio dos Bandeirantes passou a ser a fortaleza dos tucanos que, agora, parece começar a sentir o tremor de tanta turbulência em suas muralhas. E a situação pode ficar ainda pior: o sétimo vereador, Adolfo Quintas, pode se rebelar a qualquer momento. Isso reduziria a bancada do PSDB a apenas seis membros. Com ou sem Quintas, o partido já está com menos representantes que o PT, coisa que não ocorria no Legislativo Municipal de São Paulo desde 2001. Ou seja: se tem alguém que vai ganhar com tudo isso são os petistas, justamente o inimigo que os tucanos deveriam estar empenhados em combater.

A água que bebemos e a Sabesp

Isso é PSDB governando

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) manteve multa contra a Sabesp, aplicada por meio de liminar do Tribunal de Justiça de SP. O tribunal multou a empresa em R$ 200 mil ao dia, em 2008, por distribuir água imprópria para consumo no Guarujá.

A Sabesp queria inviabilizar a penalidade, aplicada a partir de uma ação civil pública proposta pela ONG Princípios.Segundo testes realizados pela Sabesp, principalmente no verão, a água chegava às torneiras com coliformes fecais (bactérias presentes nas fezes) em índices acima do estabelecido pelo Ministério da Saúde.

Mudanças?

Mais um secretário de desenvolvimento da administração Forssell. Até agora já foram alteradas algumas secretarias como – obras, segurança e trânsito, só ficou faltando a de saúde, mas essa ninguém se atreveu a assumir – porque será? Depois da avaliação negativa, onde munícipes reprovaram o atual prefeito, o mesmo resolveu focar na imagem de político populista, encarregando obras nas ruas e demitindo secretários, mas em nenhum momento assumiu a culpa pela avaliação negativa, usando da autoridade de chefe do executivo se eximiu de responsabilidades, atribuindo a outros essas responsabilidades. Nesse momento, o novo secretário de desenvolvimento atende pelo nome de Francisco Garzon, esse já fora presidente a décadas passadas da ACAI – Associação Comercial de Itanhaém, e que além de Contador também é da mesma legenda de Forssell. Bom, na administração do atual prefeito, como vemos o que vale é o jogo político e esse se sobrepõe aos interesses sociais. E olha que as necessidades sociais em Itanhaém são imensas.

PMDB na Baixada Santista: mais contras do que prós

Reproduzo aqui artigo do Blog DIA A DIA – A TRIBUNA.COM

Partidos Políticos
Postado por: Tadeu Ferreira Jr. – 15/03/2011

Aparentemente, os prefeitos peemedebistas da Baixada Santista não precisam se preocupar com as anunciadas intervenções que o cacique-mor da sigla e vice-presidente da República, Michel Temer, vai fazer em diretórios em todo o Estado de São Paulo.

A intenção de Temer é limar quem insistir em seguir as ordens do falecido ex-presidente do PMDB paulista, Orestes Quércia, e permanecer aliado ao Governo Geraldo Alckmin. Em Santos, houve quem apostasse que João Paulo Papa, pela proximidade com os tucanos, estaria na mira de Temer.

Entretanto, aparentemente, o cacique peemedebista não quer briga com o astro maior da sigla na Baixada Santista. Já em Guarujá, as raízes petistas da prefeita Maria Antonieta parecem não ser obstáculos para o cumprimento das novas regras do jogo.

Nas outras sete cidades da Baixada Santista, porém, é bom os peemedebistas locais colocarem as barbas de molho. Em nenhuma delas o PMDB tem sequer a Vice-Prefeitura. Nas câmaras municipais, estão presentes apenas em Praia Grande e Peruíbe, com duas cadeiras em cada uma.

Em Bertioga, Cubatão, Mongaguá, Itanhaém e São Vicente, o partido não tem mandato nenhum. São um prato cheio para Temer e seus interventores antitucanos.

Petistas e estudantes apanham da polícia…

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011.

Petistas e estudantes apanham da polícia do Serra/Alckmin

Policiais agridem os vereadores José Américo (ao fundo) e Antonio Donato, ambos do PT, durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus no centro de São Paulo

Policiais militares reprimem protesto contra o aumento da passagem de ônibus no centro de São Paulo

Manifestação desta quinta-feira (17) contra o aumento da passagem de ônibus em São Paulo terminou, mais uma vez, em pancadaria. Os manifestantes protestavam em frente à Prefeitura, quando policiais militares reprimiram o ato com bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha.

“Eles vieram como uma truculência desproporcional”, afirma Fábio Nassif, que integra a comissão de comunicação do Comitê contra o Aumento da Passagem, grupo formado por movimentos sociais, partidos políticos de esquerda, grêmios estudantis, sindicatos, associações de bairro e pelo Movimento Passe Livre.

O protesto tem como objetivo pressionar a prefeitura para que seja revogado o aumento da tarifa de ônibus, que subiu de R$ 2,70 para R$ 3 em janeiro –variação de 11%– após decreto do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
Policial tucana prende, bate e arrebenta durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo

Durante a pancadaria, sobrou paras os vereadores petistas Antonio Donato e José Américo, que participavam do ato e integram a comissão de negociação. Os dois parlamentares apanharam dos policiais com cassetetes e gás lacrimogêneo, mesmo após terem se identificado. Donato afirma ter sido agredido por policiais militares. “Está uma confusão aqui. Levei um monte de borrachada”, disse, por telefone, ao UOL Notícias.

Américo diz que os vereadores estavam reunidos com um representante da prefeitura quando ouviu o barulho das bombas. “Imediatamente interrompemos a conversa e tentamos dialogar [com a polícia], mas a tropa de choque nos agrediu com gás lacrimogêneo e gás de pimenta”, afirma o vereador.
Segundo Fábio Nassif, um manifestante que foi agredido pelos PMs está detido ao lado do prédio da prefeitura. Carlos Ceconello, fotógrafo da Folha de S. Paulo, foi ferido na perna por estilhaços de bomba.
Não é a primeira vez que uma manifestação contra o aumento da tarifa em SP termina em pancadaria. Em 14 de janeiro deste ano, um protesto na praça da República foi reprimido por policiais militares. O mesmo ocorreu em uma manifestação no parque Dom Pedro, em janeiro de 2010.

Fonte:
osamigosdopresidentelula.blogspot.com

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