Um governo refém do medo

política

15/08/2016 – 03h00

Medo (Foto: Arquivo Google)

Ricardo Noblat

Quem tem medo de Eduardo Cunha, a ser cassado em breve por falta de decoro? O governo de Michel Temer tem. E da Justiça Eleitoral? Também. E da Lava-Jato? Ele, mas não só.

E medo de que o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff acabe derrotado no Senado? O governo tem um pouco, afinal nunca se sabe o que poderá acontecer até lá. Definitivamente, este não é um governo para cardíacos.

Por medo de que Cunha diga o que não deve caso se julgue abandonado, o governo acionou sua base de apoio na Câmara dos Deputados e o julgamento dele ficou para meados de setembro próximo, depois do julgamento de Dilma pelo Senado.

Se é que Cunha será mesmo julgado em setembro. Pois de repente, adia-se o julgamento a qualquer pretexto ou a nenhum. Quem sabe não é transferido para início de 2017?

Cunha acumula segredos que poderão pôr o governo a pique, além de provocar um terremoto na Câmara. Ali, mais de uma centena de deputados deve favores milionários a ele. Alguns devem a própria eleição.

Temer conhece parte desses segredos. E, por isso, receia os estragos que sua revelação causaria. Dificilmente cairá se Cunha abrir o bico. Mas em torno dele, muitos cairão ao primeiro sopro. O desgaste será grande.

O pior de tudo é que a manobra para salvar Cunha da cassação não garante seu silêncio. Mesmo os que advogam a causa do ex-presidente da Câmara, o maior algoz de Dilma, admitem que ele não escapará do vendaval da Lava-Jato.

Há farto material recolhido capaz de condená-lo a muitos anos de cadeia. E há muita disposição da Justiça em Curitiba e em Brasília para punir Cunha exemplarmente.

O que lhe restaria? Uma saída de cena à moda de Getúlio Vargas, mas ele não tem o perfil para tal. Ou a delação, como tantos fizeram até aqui.

Ao se dispor a contar o que sabe, ou parte do que sabe sobre a corrupção na política, Cunha poderá negociar uma pena mais branda. E talvez uma prisão no conforto do seu apartamento no Rio. De resto, livraria a mulher e a filha de serem condenadas. Ele está pensando a respeito.

Por medo da Justiça Eleitoral, o governo pensa no que fazer para evitar que ela julgue tão cedo as ações que pedem a cassação da chapa Dilma/Temer, acusada de um monte de irregularidades – entre eles, o uso de dinheiro de caixa dois.

De Lula ao mais desconhecido dos vereadores, os políticos tentam vender a ideia de que caixa dois é uma infração corriqueira e insignificante, sequer deve ser tratada como crime.

Corriqueira, é sim. Mas também é crime. E não é insignificante. Caixa dois é dinheiro tirado da contabilidade paralela de empresas para financiar campanhas. Sua origem é ilegal, portanto.

É dinheiro que políticos recebem clandestinamente e não declaram à Justiça. Aqueles contemplados com tal ajuda largam com vantagem na frente daqueles que não a têm. Ao fim e ao cabo, subverte-se a vontade popular.

O governo apostava no desdobramento das ações ajuizadas contra a chapa Dilma/Temer, de modo a que apenas Dilma fosse punida, Temer não. Mas já sabe que isso será impossível.

Para complicar ainda mais, novos fatos apurados pela Lava-Jato deverão fortalecer as ações ou dar ensejo a outras. Processo contra um presidente da República fica suspenso até o fim do seu mandato. O prejuízo político, não. Estende-se no tempo.

Por medo de delações que a Lava-Jato ainda colhe, o governo…. Bem, o governo não pode fazer grande coisa em relação a isso. Só pode sentir medo.

http://noblat.oglobo.globo.com/tag/politica.html

Democratizar a mídia, a hora é agora! – News

Caros companheiros e caras companheiras,

A recente campanha eleitoral colocou a Democratização da Mídia no centro da agenda política do país. Ficou evidente, mais uma vez, que o sistema de comunicações no Brasil está muito longe de garantir o exercício da liberdade de expressão pelo conjunto da sociedade, assim como não oferece ambiente plural para o debate público, colocando em risco o próprio desenvolvimento da nossa democracia. Em Nota Pública, o FNDC reafirmou seu protagonismo na luta por um novo marco regulatório das comunicações, que garanta diversidade, pluralidade e que proteja os direitos humanos na mídia; que estruture um sistema público robusto de comunicação e assegure a universalização do acesso à banda larga de qualidade.

Nesse sentido, a responsabilidade do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), suas entidades e seus comitês espalhados por todo o país, que já era grande antes das eleições, torna-se, agora, ainda maior. As reiteradas declarações da presidenta reeleita, Dilma Rousseff, de que pretende levar adianta a regulação econômica dos meios de comunicação, nos posiciona diante de uma conjuntura singular.

Assim como na campanha pela Reforma Política, não vamos conseguir superar a força dos oligopólios midiáticos sem muita mobilização e pressão popular. Por isso, convidamos entidades, coletivos e ativistas em todo o país a fortalecer nosso movimento e nossos comitês, debatendo com as campanhas que lutam pela Reforma Política uma maior aproximação e construção de agendas e estratégias comuns de mobilização e de luta. É preciso ocupar as ruas em torno de diversas iniciativas. Propomos um conjunto de atividades e pautas reivindicativas com as quais devemos nos envolver ao longo das próximas semanas e meses:

· Retomar a campanha de coleta de assinaturas do Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP) da Mídia Democrática, organizando atividades em todo o país nas próximas semanas/meses (debates, aulas públicas, escrachos, panfletagens, atos públicos), culminando com uma grande semana de mobilização, de08 a 14 de dezembro, quando completaremos 5 anos da realização da I Conferência Nacional pela Democratização da Comunicação (Confecom), e quando será lançada a coleta de apoio ao Projeto de Lei da Mídia Democrática pela internet;

· Realização do II Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação, em fevereiro de 2015, em local a ser amplamente divulgado;

· Atividades e iniciativas comuns com as campanhas que lutam pela Reforma Política, em particular pela campanha do ‘Plebiscito Constituinte Exclusiva’.

DEMOCRATIZAR A MÍDIA JÀ!

REFORMA POLÍTICA JÁ!

NAS REDES, NAS RUAS, NAS LUTAS DO POVO!

COORDENAÇÃO EXECUTIVA DO FNDC

FHC já admite que Aécio não tem condições de ser candidato

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A candidatura de Aécio está sendo fritada pelo tucanato paulista.

Segundo o jornalista Carlos Chagas, FHC comentou com importante prócer do PT que Aécio não vai fixar-se porque não tem estatura, continua pequeno.
Via Novojornal via novobloglimpinhoecheiroso
Há 15 dias, o Novojornal noticiou “PSDB S/A. De partido político a empresa de sociedade anônima“, informando a maneira pouco ortodoxa que o senador Aécio Neves pretendia administrar o partido, descrevendo ainda à cilada que representava assumir a presidência nacional do PSDB, a interferência do denominado “Grupo Mineiro” e seu total despreparo para pleitear sua candidatura à Presidência da República em 2014.
Talvez porque Minas Gerais seja hoje um Estado com sua imprensa sitiada, a mídia nacional pouco ou quase nada soubesse sobre Aécio Neves e o denominado “Grupo Mineiro”. Porém, não foi necessário muito tempo para que o conhecimento ocorresse.
Enquanto em Minas Gerais a imprensa regional continua nada escrevendo a este respeito, no restante do País a denominada grande imprensa já admite abertamente a falta de condições da candidatura do senador e presidente nacional do PSDB Aécio Neves à Presidência da República.
Neste sentido, o jornalista Carlos Chagas escreveu na Tribuna da Imprensa de domingo, dia 2:

Deve cuidar-se o senador Aécio Neves. Quem assistiu esta semana o programa de propaganda partidária gratuita do PSDB e pertence ao bloco dos ingênuos terá desligado sua televisão impressionado com a unidade e a euforia dos tucanos.
O novo presidente do partido, ainda que sem ter sua candidatura presidencial alardeada pelos colegas paulistas, surgiu como o aglutinador do partido, o D’Artagnan dos mosqueteiros José Serra, Geraldo Alckmin e Fernando Henrique.
Nas telinhas, tudo pareceu encaminhar-se para a sagração posterior de Aécio como candidato. Ledo engano. Athos, Portus e Aramis rejeitam o ex-governador mineiro. José Serra é candidatíssimo. Geraldo Alckmin trabalha com a hipótese de disputar o Palácio do Planalto, oferecendo a Serra a candidatura a governador de São Paulo. E Fernando Henrique, tido como incentivador de Aécio, ainda há dias comentava com importante prócer do PT que o senador não vai mesmo fixar-se porque não tem estatura, continua pequeno…
A força dos paulistas é grande no ninho. A estratégia deles parece deixar que Aécio Neves apareça como candidato por conta própria e sabotá-lo mais ou menos como quem come mingau: pelas bordas.
Deixar que ele percorra o País, como já prometeu mais de uma vez, mas sem respaldá-lo, até que no começo do ano que vem possam constrangidamente concluir que ele não emplacou e melhor seria concorrer ao governo de Minas, aguardando tempos presidenciais mais promissores.
É claro que de ingênuo o senador não tem nada. Conhece em detalhes a artimanha de seus companheiros e, mais ainda, a personalidade de cada um deles, que começou a acompanhar desde os tempos do avô, Tancredo Neves, que abominava Fernando Henrique, não confiava em Serra e desconhecia Alckmin.
O importante para Aécio é evitar a impressão de uma guerra entre paulistas e mineiros, até porque, de seu lado da fronteira, conta apenas com os índios, sem nenhum cacique de peso.
Conseguiu eleger-se presidente do PSDB, ainda que hoje já desconfie de haver caído numa armadilha. Sabe da importância de tornar-se conhecido, mais do que já é, bem como da necessidade de cautela em seu confronto com os três mosqueteiros.
O ideal seria dividi-los. Imprescindível também se torna buscar alianças, como com o governador Eduardo Campos, o candidato ideal para seu companheiro de chapa. Sem esquecer Sérgio Cabral.
Em suma, a escalada é íngreme e a montanha, escarpada, para Aécio Neves. Vitoriosa, porém, sua fixação como candidato deixaria clara a impossibilidade de os tucanos paulistas voarem alto.

O jornalista Janio de Freitas da Folha de S.Paulo também no domingo, dia 2, escreveu:

Haja paciência
Até a eleição presidencial, faltam 16 meses. Mas, forçada pelos jornais e por dois aspirantes à disputa, a intensidade do assunto faz parecer que estamos no ano que vem. Não é novidade. É, talvez, apenas exagero da precipitação habitual, entre outras deformações que se tornam exageradas demais no jornalismo de uma política muito medíocre.
Aguentar mais 16 meses desse funk é uma ideia aterradora, se já agora fica difícil suportar as caras diárias de Aécio Neves e Eduardo Campos nos jornais. Ainda bem que, no Brasil, a justiça tarda, mas não chega. O que chega, até sob a forma de sentença, é a vingança. O nosso tédio será vingado.
Eduardo Campos já adotou o sistema senta/levanta. Faz uma aparição e some um período. Não está forçado a isso por discordâncias levantadas contra sua candidatura no seu PSB, as quais não se aplacarão só porque o governador de Pernambuco fique um tanto mais no governo onde deve estar.
A investida da exposição pessoal de Eduardo Campos em grande parte do País, com ênfase no Sudeste e no Sul, não lhe rendeu politicamente nada. Além disso, o périplo acentuou a evidência de sua contradição, ao mesmo tempo integrante da “base governista” e pré-candidato de oposição a Dilma. E para isso Eduardo Campos não teve resposta aceitável, frustrada a expectativa de explorar um divórcio que Dilma não quis efetivar.
A pausa para meditação, com aparições que apenas marquem presença, tanto indica que Eduardo Campos deu a partida com antecipação e modo errados, como aponta para a necessidade de trabalho agora redobrado. Inclusive, para tentar a correção do problema que criou no seu partido, com o excesso de personalismo.
A meta inicial de Aécio Neves é a mesma de Eduardo Campos: fazer-se conhecido. Ainda não decorreu tempo suficiente para aferir-se o resultado de seu célere tour pelo País. Deu, sim, para uma dúvida e uma constatação. Aécio Neves, tendo iniciado tão cedo sua campanha e com tanta intensidade, será capaz de sustentá-la, com o necessário crescendo, por mais 16 meses? É muito improvável, nem suas características pessoais combinam com tamanha exigência.
A constatação decorre de suas falas. Aécio utiliza-se de referências frequentes a Tancredo Neves, na busca de uma identificação familiar com extensão ao destino político. Tancredo, porém, em todas as circunstâncias de sua vida política, caracterizou-se por só falar quando teve o que dizer. E o pré-candidato Aécio Neves só tem falado o que não precisa dizer, porque vazio de interesse ou banal como crítica.
Eduardo Campos leva sobre Aécio Neves, porém, uma vantagem significativa: pode dar as costas a José Serra sem maior risco.
A respeito da fuga de lideranças do PSDB a imprensa nacional noticia:
“Deixou sequelas entre tucanos o estilo ‘trator’ do senador Aécio Neves (MG), para viabilizar sua candidatura a presidente. Se ele não tratar melhor uma das estrelas do PSDB, senador Álvaro Dias, por exemplo, o paranaense vai acabar aceitando um dos convites de outros partidos.
Preterido por Aécio para permanecer na liderança do PSDB, Dias tem feito falta à oposição quase inexistente no Congresso Nacional. Ele ainda sonha em disputar o governo paranaense contra o tucano Beto Richa, que é também seu desafeto.
O senador Álvaro Dias (PSDB/PR) pode estar deixando o ninho tucano. Ele tem convite de outros partidos, como o PV, e sonha com a disputa do governo do Paraná em 2014, contra Beto Richa, seu desafeto, que é do PSDB. Em sua coluna deste sábado, Cláudio Humberto aborda os dilemas do senador.
O Partido Verde cogitou lançar a candidatura do senador Álvaro Dias (PR) à Presidência da República, quando Fernando Gabeira parecia hesitar sobre esse projeto. Mas o político do PSDB, apesar de honrado com a possibilidade, ainda não vê motivos para deixar seu partido”.

Como se não bastasse todo clima desfavorável, novo desespero tomou conta da campanha de Aécio após pesquisa do Instituto Vox Populi apontando que a população considera o governo FHC pior do que as administrações petistas em todos os aspectos: na gestão da economia e da educação, no combate à corrupção e mesmo na luta contra a inflação; a despeito disso, Aécio está convencido de que não faz mais sentido esconder o ex-presidente do eleitor em 2014.
Eis alguns pontos:
● na geração de empregos, 7% dos entrevistados disseram que FHC atuou melhor, enquanto 75% responderam que Lula e Dilma o superaram;
● na habitação, 3% para FHC e 75% para Lula e Dilma;
● nos programas para erradicar a pobreza, 4% ficaram com FHC e 73% com os petistas;
● na educação, FHC foi defendido por 5% e Lula e Dilma por 63%;
● na política econômica, em geral, FHC foi avaliado como melhor por 8% e os petistas por 71% dos entrevistados;
● no controle da inflação, FHC teve seu melhor resultado: 10% acharam que foi melhor que os sucessores, mas 65% responderam que Lula e Dilma é que agiram ou agem melhor;
● no combate à corrupção, FHC teria atuado melhor que seus sucessores para 8%, enquanto 48% dos entrevistados afirmaram que Lula e Dilma foram-lhe superiores.
Os dados são eloquentes e revelam que o eleitor ainda guarda uma boa memória sobre o governo FHC. Aécio, no entanto, tem ouvido economistas que fizeram parte de seu governo, como Armínio Fraga e Pedro Malan, e tem feito questão de valorizar seu legado, como fez no programa do Ratinho, quando disse que FHC é o verdadeiro pai do Bolsa Família.
Depois de perder duas eleições escondendo FHC, os tucanos mudaram de estratégia. Mas falta ainda convencer o eleitor de que essa é uma boa estratégia.
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10 Anos de Governo do PT

O Partido da Sustentabilidade | Carta Capital

Carta Verde

Dal Marcondes

Política e Meio Ambiente

18.02.2013 09:59

O Partido da Sustentabilidade

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Desde o final da ditadura os partidos vêm se multiplicando no Brasil. Grande parte deles hoje serve apenas pra dar sustentação aos grupos no poder, sejam grupos de direita ou de esquerda. Nos últimos dias, uma novidade nesse quadro partidário é a consolidação da Rede Sustentabilidade, um partido que não carrega esse estigma no nome, prefere ser uma REDE e, com isso, abrir uma nova vertente na governança política. Não chega a ser uma novidade absoluta, uma vez que as forças que dão suporte a essa nova agremiação são as mesmas que viabilizaram a candidatura da ex-senadora e ex-ministra Marina Silva à Presidência da República, em 2010.

Foto: Pedro Ladeira/AFP

Foto: Pedro Ladeira/AFP

Erra, no entanto, quem acredita que essa Rede foi criada apenas para dar palanque a Marina Silva, que chegou em terceiro em 2010 com mais de 20 milhões de votos.

O novo partido deverá dar vazão a uma gama de movimentos políticos e sociais que não se sentem mais representados pela política convencional.

Na reunião para a apresentação de seu estatuto estavam presentes acadêmicos como o professor Ricardo Abramovay, da USP, políticos que acompanham Marina desde a eleição passada, quando ela ainda acreditava ser possível “refundar” o PV, empresários, políticos de outros partidos, como a também ex-senadora Heloísa Helena, oriunda do PSOL.

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Parte desse projeto político já vinha se realizando com a eleição de simpatizantes por outros partidos, como foi o caso do vereador eleito por São Paulo, Ricardo Young, que havia concorrido ao Senado na chapa de Marina e que concorreu à Câmara Municipal pelo PPS.

Em diversas partes do Brasil o mesmo aconteceu com outros candidatos.

A mídia tem apostado nos últimos dias que a criação desse partido tem como fim de garantir a candidatura de Marina Silva ao Planalto em 2014. Não está atenta à possibilidade de o novo partido, justamente por sua atuação em rede e com uma imensa militância jovem e internetizada conquistar um número significativo de cadeira no Congresso e nas Assembleias estaduais.

O espectro político, como definiu Marina, não deve estar à esquerda ou à direita, o que pode ser visto por conservadores dos dois lados como uma “certa ingenuidade”. No entanto, há duas variáveis explícitas no nome da nova agremiação que podem significar mais do que simples palavras: REDE SUSTENTABILIDADE.

Um partido moderno, com atuação em rede pode ser o arejamento que o sistema político precisa para dar voz a novos atores. Se der certo na Rede Sustentabilidade certamente, o modelo se espalhará e ajudará a descentralizar o poder nas mãos de cacique partidários.

No entanto, outro ponto a ser destacado na criação da Rede Sustentabilidade é a apropriação política do termo “SUSTENTABILIDADE”, palavra que por si já enseja debates.

Sua apropriação por um partido político abre o risco de descaracterizá-la ainda mais.

Posso ouvir em plenários pelo Brasil: “Se seu negócio é sustentabilidade, vai para o partido da Marina”.  Então, se por um lado uma agremiação em rede pode ampliar o processo de participação social através das infindáveis redes de internet, por outro, corre-se o risco de criar-se o “gueto” das discussões, uma vez que um partido se aproprie da palavra como nome próprio.

Há muito que se discute a necessidade de a sustentabilidade ser um movimento transversal na sociedade, defendido e praticado em todos os espectros políticos e econômicos. Uma ideologia complementar a todas as doutrinas políticas e econômicas.

Por mais que se discuta a validade ou não das ações ditas “sustentáveis” de empresas e governos, o campo da discussão era amplo, capaz de abarcar ideias e tendências muitas vezes contrárias ou contraditórias.

A criação de uma partido político que se apropria dessa “marca”, mesmo com a melhor das intenções, pode gerar um certo desconforto em outras correntes políticas e sociais que atuem ou desejam atuar na defesa da sustentabilidade, mas sem trocar de partido ou mesmo sem se filiar a um partido.

Matéria originalmente publicada na Envolverde

A Convenção – Marcelo Strama e Zé Renato

ConvençãoMarcelo Strama e Zé Renato

Por aliança com Haddad, PT apoiará PSB em quatro cidades de SP – 15/06/2012

 

15/06/2012 – 19h35

DO VALOR

Para sacramentar a entrada do PSB na aliança que terá como candidato à Prefeitura de São Paulo o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, o PT ofereceu apoio a candidaturas do PSB em quatro cidades paulistas: Taboão da Serra, Bertioga, Itanhaém e Ferraz de Vasconcelos.

Nesta sexta-feira (15), a deputada federal Luiza Erundina foi confirmada como candidata a vice na chapa encabeçada por Haddad.

Além disso, haverá coligação entre as siglas na chapa de vereadores. Esta última proposta foi oferecida também ao PP, que na segunda-feira anuncia a quem dará seu apoio na eleição paulistana.

O partido do deputado federal Paulo Maluf é também sondado para compor a chapa que lançará José Serra candidato a prefeito de São Paulo.

Silvio Evanni e Marcelo StramaNota  do Blog: Agradeço aqueles que de verdade pensam numa política estratégica, focando na coletividade e na soma de esforços para que de verdade tenhamos uma cidade mais humana e amparada, que o social seja foco para que o desenvolvimento seja equânime. Obrigado aos companheiros: Emerson Renato, Eliane Toledo, Conrado Carrasco, Bhauer Bertrand, Cidinha e aos que de alguma forma colaboraram para que houvesse entendimento. Ainda, as lideranças do PT e PSB que perceberam a real necessidade da coligação. Itanhaém… Tempos Melhores…

 

 

Folha.com – Poder – Por aliança com Haddad, PT apoiará PSB em quatro cidades de SP – 15/06/2012

Acontece em Itanhaém…

Esse blog tem duas notas rápidas como “post” nessa data:

No dia 25 de Novembro acontecerá na Câmara Municipal de Itanhaém a abertura da IX Conferência Municipal de Saúde de Itanhaém – as 18 horas. Estarão presentes autoridades, Conselheiros Municipais de Saúde e os delegados da Conferência (compostos por pessoas da sociedade civil e do poder público). Estaremos nessa data como delegado e no dia 26 continuaremos os trabalhos, a partir das 8 horas, da manhã nas instalações da Universidade Metodista de São Paulo – Polo Itanhaém.

Ainda… (aproveito pra quem interessar…)

Foi divulgada a informação pelo grupo A TRIBUNA sobre a pesquisa referente às eleições a prefeitura de Itanhaém – 2012.
Ficou assim:
21% Marcelo Strama (PSB)

17% Marco Aurélio (PSDB) 

 16% Professora Regina Célia(PT)

16% Ruy Santos (PR)

7%  Jaime Carrasco(PDT)

23% Indecisos

 7%  Brancos/Nulos

 

 

 

 

Obs.: Só pra reflexão…

 

II Conferência Nacional de Juventude – Brasília/DF

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Juventude PT Itanhaém – Domingo

Estivemos nesse domingo (21/08), das 9 as 13 horas, na sede do diretório do PT, num encontro da etapa municipal do Congresso da Juventude, conosco estiveram os amigos José Raniel, líder da juventude do PT e possível delegado à etapa estadual a realizar-se em breve, Conrado Carrasco, Higor, Carla, novos integrantes ao quadro Jovem.  Ainda, a vereadora Professora Regina, a Mariza, nossa nova integrante,  militante do PT e ex-integrante de governo no ABC , psicóloga e que muito nos auxiliou com dinâmica, o Willian Faustino – Coordenador da Juventude macro baixada santista, durante o encontro que serviu para todos nós focarmos em temas dentro da resolução das etapas municipais do Congresso, mas acima de tudo para nos posicionarmos aos  fatos e realidade dos jovens em relação ao município e inclusão dos mesmos.  Queremos maior participação dos jovens dentro de setores da sociedade, para que este tenha papel determinante, para transformação dentro do contexto social e que se coloque em prática a lei que criou o Conselho da Juventude. Ficou determinado os encontros da Juventude Petista, todas as quintas-feiras, a partir das 16 horas, na sede do partido. Nos visitaram o Erick, do diretório e juventude  e o ex-prefeito João Carrasco, que muito nos gratificou com sua presença.   Obrigado a presença de todos e todas.

Nova linha editorial do jornalismo Global

Boa noite . Começo esse artigo, questionando as normas e padrões éticos de conduta do pseudo-jornalismo das organizações globo. Dias atrás, eles mesmos mencionaram a isenção em suas falas, como um dos requisitos do dito bom jornalismo ético e responsável. Mas eles mesmos se contradizem. Agora à noite, eles no Jornal da Globo fizeram juízo de valor e colocaram como única verdade o motivo de ministros estarem demissionados. Explico: A linha editorial do Jornal já começa enfatizando, de forma veemente que o governo da presidenta Dilma Rousseff,  herdou do seu antecessor, uma praga instalada no governo federal, desqualificando mais uma vez o governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva. Qualifica o governo como de troca de favores, que o antecessor trocou interesses eleitorais, pela troca de cargos entre políticos e setores diversos, quer sejam empreiteiras e empresas, como se isso fosse uma realidade apenas do governo antecessor da presidenta Dilma Rousseff. Esqueceram dos outros governos que passaram por Brasília, esqueceram dos piores momentos da política brasileira, em épocas de inflação e dificuldades econômico-sociais. Quer que acreditemos que os erros humanos, são culpabilidades exclusivas do governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva, forma usada em vários noticiosos da organização. Logo, após a fala do âncora do jornal, chegou a vez do Arnaldo Jabor continuar a mesma linha, será que eu já vi esse filme? O texto redondinho e combinado duma linha editorial que serve aos interesses de determinados grupos nesse país. Mas, ao mesmo tempo, seguem questionando o crescimento ecônomico, dessa vez no setor imobiliário, como se fosse “bolha especulativa”. Se esquecendo, dos grandes avanços conquistados na última década no país. Que jornalismo é esse? Cadê a responsabilidade e ética editorial? Profissionais de comunicação seguindo linha que alguém ou um deteminado grupo tem mais interesse que seja pautada. A população tem esse veículo como formador de que tipo de opinião?  Um passo para pouco a pouco, colocarem à população brasileira, como desqualificado o governo Lula, e já pensando num futuro próximo. Querendo passar uma idéia de que a presidenta Dilma Rousseff é vítima do seu antecessor, pois eles sabem da popularidade e da influência do Lula para as próximas eleições. Continuemos com todas as conquistas, e o governo da presidenta Dilma Rousseff não pode ser refém de políticos e nem de grupos de mídia que se consideram a única verdade.

Eleições 2012 – Itanhaém/SP

Terça-feira , 14 de Junho de 2011

RESOLUÇÃO Nº 01 DE 2011

O Diretório Municipal do PT de Itanhaém, em reunião ordinária ampliada com os filiados no dia 11/06/11, na sede do Partido, sito a Rua Telmo Diz, 188, Vila São Paulo, Itanhaém, conforme estabelece o artigo 75, item p do Estatuto do PT, aprova esta resolução por unanimidade:

1- Terá candidatura própria para concorrer à Prefeitura para eleições municipais de 2012.

2- Indica como pré-candidata à Prefeita a atual Vereadora Regina Célia de Oliveira.

Diretório Municipal PT – Itanhaém

http://prof.regina.blog.uol.com.br/

Quase 90% dos jovens têm orgulho de ser brasileiros

publicado em 13/06/2011 às 14h59:
Quase 90% dos jovens têm orgulho de ser brasileiros, revela pesquisa
Geração “sonhadora” quer “oportunidade para todos” e menos consumismo

Marina Novaes, do R7Texto:
Luis Cleber/12.06.201/AE

Formação profissional está no topo das preocupações dos jovens de hoje; 90% quer uma carreira que ajude o Brasil

Um estudo inédito divulgado nesta segunda-feira (13) em São Paulo mostra que 9 em cada 10 jovens (89%), com idades entre 18 e 24 anos, têm orgulho em ser brasileiros. De acordo com o levantamento, que ouviu mais de 3.000 pessoas de 173 cidades do país, a geração atual é “sonhadora” – segundo avaliação de 34% dos entrevistados – e otimista em relação ao futuro do Brasil (75%).

A pesquisa Sonho Brasileiro, que levou mais de um ano para ser concluída, revela também que os jovens brasileiros querem transformar o mundo em um lugar melhor: 90% disseram querer exercer uma profissão que ajude a sociedade; 28% sonham com “oportunidades para todos”; 18% desejam menos violência; e 13% almejam o fim da corrupção.

Entretanto, diferentemente do que ocorria nos anos 1970 – quando o Brasil vivia a ditadura militar –, os jovens de hoje sabem que podem trabalhar por uma causa coletiva e buscar seus sonhos pessoais, como avalia Gabriel Milanez, pesquisador da Box1824 (agência especializada em mapear tendências de comportamento), que realizou o estudo em parceria com o instituto Datafolha.

– Hoje, 50% dos jovens brasileiros se conectam mais com discursos coletivos que individualistas. […] Isso mostra que o jovem concorda que tem um papel de transformar a sociedade, ou seja, ele entende que o que é mais aceitável socialmente é ser mais ‘coletivo’.

Isso ajuda a entender porque apenas 5% dos jovens elegeram como prioridade “ficar rico”, e porque o sonho da casa própria está no topo da lista de somente 15%. Ao serem questionados sobre seus sonhos individuais, 55% dos entrevistados optaram pela educação e escolheram como prioridade “a formação profissional e emprego na área escolhida”.

Grana e carreira

O modo como os jovens encaram a carreira é um dos principais “pontos de conflito” em relação à geração dos pais deles, quando a estabilidade financeira estava no topo da lista de desejos. Isso não quer dizer, porém, que os brasileiros perderam o desejo de conquistar dinheiro, apenas mostra que coisas como “realização pessoal” e preocupação social ganharam maior importância, observa Milanez.

– Nós saímos de uma geração muito preocupada com sucesso, estabilidade, em ficar rico logo, etc. Mas, se for pensar no contexto do país, nós tínhamos uma instabilidade econômica muito forte, então havia a noção de que era necessário, antes de tudo, sobreviver. […] A partir do momento em que nós temos uma economia mais estável, é possível pensar em outros objetivos.

Enquanto 34 % dos jovens classificam a geração atual como “sonhadora”, outros 31% a definiram como “consumista”. Neste sentido, 91% disseram acreditar que as pessoas consomem mais do que precisam e 9% têm medo de ganhar muito dinheiro e ficar infelizes.

A percepção sobre o Brasil também mudou. Para a geração atual, o Brasil já não é mais o “país do futuro”, e sim o país “do presente”. Em cinco anos, porém, os brasileiros viverão no “país das realizações”, como apostam 46% dos entrevistados.

Marina deve deixar o PV em breve, dizem aliados

Brasil publicado em 13/06/2011 às 11h38:

Fim de diálogo com a direção nacional da legenda é um dos maiores motivos

Texto:
Renato Araujo/Agência Brasil/12.05.2011

Marina Silva, candidata derrotada à Presidência, ainda avalia se funda nova legenda ou migra para o PPS

Aliados de Marina Silva avaliam que a permanência da ex-senadora no PV é inviável e que a saída dela do partido deve ser selada em poucas semanas. Os motivos são a falta de êxito na cruzada por mais democracia no PV e o fim do diálogo com a direção nacional da legenda.

A reportagem apurou com quatro pessoas próximas da ex-ministra do Meio Ambiente que Marina e o núcleo marineiro estão convencidos da impossibilidade de conseguir as mudanças consideradas necessárias para a transformação do partido, tais como alterações no estatuto que permitiriam eleições diretas e o fim de diretórios provisórios.

Todos os aliados, que não quiseram ter seus nomes revelados, dão a saída dela e de seu grupo como certa.

– É rápido isso daí. Vai se resolver até o fim de junho. Mas a decisão já está tomada.

Outro avalia que o processo de desligamento não dura mais do que 45 dias.

O grupo retarda o anúncio porque estuda os próximos passos a dar. No momento, a tendência mais provável é a criação de um novo partido, mas outras hipóteses são consideradas. Isso porque não há tempo hábil para fundar uma nova sigla para participar das eleições municipais de 2012 – a lei exige filiação mínima de um ano aos futuros candidatos.

Outro problema seria a falta de bons palanques nos Estados para Marina em 2014, problema já sentido dentro do PV na eleição de 2010.

Por outro lado, a migração para outra legenda é improvável, uma vez que o grupo teme que situação análoga à guerra hoje deflagrada no PV possa se repetir. Ainda assim, assessores de Marina fizeram circular no mês passado rumores de que a ex-senadora teria se aproximado do PPS.

Posse de Gleisi é transformada em ato de desagravo a Palocci

‘Quero agir como a presidenta porque ela age da forma certa’, afirma ministra; Dilma diz que sai um ‘amigo’ e entra uma ‘amiga’

iG São Paulo | 08/06/2011 14:35
A cerimônia que empossou nesta quarta-feira a nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi transformada em um desagravo ao antecessor Antonio Palocci, cuja demissão foi provocada pela crise aberta em função de sua evolução patrimonial. Enquanto a nova ministra empenhou-se em dizer que seguirá os passos da presidenta, Dilma fez elogios a Palocci e a afirmou que perde um “amigo” dentro do governo com a demissão. “Um amigo deixa o governo e uma amiga assume seu lugar”, disse Dilma.
Foto: AFP
Dilma fez elogios a Palocci durante a cerimônia de posse de Gleisi
Em sua primeira fala após assumir o cargo, Gleisi agradeceu a oportunidade de servir ao povo brasileiro e lembrou que foi também na Casa Civil que Dilma trilhou o caminho que a levou à Presidência. “Sei que o momento é outro, mas pretendo trabalhar aqui com o mesmo empenho e lealdade da presidenta”, discursou Gleisi. “Quero agir como a presidenta, porque ela age da maneira certa”, emendou.

Gleisi foi antecedida pelo próprio Palocci, que foi aplaudido em pé pela plateia. O ex-ministro ganhou direito a um discurso para explicar sua demissão. “Fomos avisados pelo poeta: havia e haverá sempre pedras na nossa caminhada”, discursou Palocci, ganhando mais uma salva de palmas.

“Trabalhei dentro da mais estreita legalidade”, acrescentou, ao argumentar que o problema maior é que “o mundo jurídico não trabalha no mesmo diapasão do mundo político”. Palocci citou Machado de Assis e afirmou que deixou o cargo para preservar o “diálogo”. “Se eu vim para ampliar o diálogo, saio agora para promovê-lo.”

Ao falar sobre a demissão do ex-ministro, Dilma emocionou-se e referiu-se a ele sucessivas vezes como “amigo”. “Juntos, enfrentamos os desafios da jornada eleitoral, da montagem da coligação que me elegeu e da montagem do novo governo”, afirmou a presidenta, dizendo perder no governo um “parceiro de lutas”. “Agradeço do fundo do meu coração ao meu amigo Antonio Palocci, pela ajuda que ele me deu e deu ao Brasil.”

Despedida no Senado
Escalada por Dilma para cuidar da “gestão e de acompanhamento de projetos” do governo, a nova ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann tomou posse em cerimônia no Palácio do Planalto. Antes disso, no entanto, fez um aceno político ao escolher o plenário do Senado para seu último pronunciamento antes de assumir o cargo.

No discurso, Gleisi rejeitou o rótulo de “trator” na defesa dos interesses do governo e disse esperar o apoio da Casa para desempenhar a nova função. “Não considero essa a melhor metáfora para quem exerce a política e sempre se dispôs a debater, ouvir e construir consenso”, discursou Gleisi. “A manifestação democrática é o maior instrumento que temos para avançarmos no desenvolvimento do nosso País e acredito que o desfecho dela é a decisão da maioria. Gostaria de manter a convivência respeitosa que iniciamos nesta Casa.”

Foto: AE
Gleisi, ao se despedir do Congresso

A senadora afirmou ainda reconhecer o peso de assumir a Casa Civil e disse estar preparada para o cargo. “Quis Deus, por intermédio da presidenta (Dilma Rousseff), que eu ficasse mais próxima para este auxílio e tenho muita clareza desta missão. A quem é muito dado, muito será cobrado.”

Gleisi disse ter defendido o governo no Senado não apenas por pertencer ao mesmo partido da presidenta, mas também por acreditar no modelo “de desenvolvimento econômico inclusivo, no qual as pessoas são o objetivo maior”. “A presidenta Dilma me confiou uma nova missão e vou cumpri-la, levando em conta muito do que aprendi no Senado. Assim como a presidenta, a minha caminhada tem uma razão de ser, que é a favor do Brasil e do seu futuro.”

A senadora paranaense também elogiou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e os líderes do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), e do PT, Humberto Costa (PE). Gleisi ainda fez “deferência” à oposição, com a qual teve debates duros. “Mas prevaleceu sempre a convivência democrática. Viver exposta ao contraditório é condição da vida parlamentar e da vida democrática.”

Bombeiros dizem que irão ficar na Alerj

Polícia Militar acompanha a manifestação

Tainá Lara, do R7.com | 06/06/2011 às 21h30

Bombeiros montam barracas em frente à Assembleia Legislativa

Os bombeiros manifestantes disseram na noite desta segunda-feira (6) que irão permanecer reunidos em frente à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) até que os 439 militares presos no último sábado (4) sejam libertados. Ao contrário das outras manifestações, os bombeiros dizem que só aceitarão negociar com as autoridades estaduais, quando todos os militares forem soltos.

Com dezenas de faixas e cartazes, cerca de 1.200 manifestantes cantaram e reivindicaram a liberdade dos companheiros. Eles esperam uma resposta do governador do Estado, que disse nessa segunda-feira que os pronunciamentos serão feitos pelo novo comandante da corporação, o coronel Sérgio Simões.

A Polícia Militar acompanha a manifestação para que não ocorra paralisação no trânsito.

Entenda o caso

Por volta das 20h da última sexta-feira (3), cerca de 2.000 bombeiros – muitos acompanhados de mulheres e crianças – ocuparam o Quartel Central da corporação, no centro do Rio de Janeiro. O protesto, que havia começado no início da tarde em frente à Alerj (Assembleia Legislativa), durou toda a madrugada.

A principal reivindicação da categoria é aumento salarial de R$ 950 para R$ 2.000 e vale-transporte. A causa já motivou dezenas de paralisações e manifestações desde o início de abril. Seis líderes dos movimentos chegaram a ser presos administrativamente em maio, mas foram liberados.

Veja o momento que o Bope invade o quartel

Diante do clima de tensão no Quartel Central, repetidos apelos feitos pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, para que os manifestantes retornassem às suas casas foram ignorados e bombeiros chegaram a impedir que colegas trabalhassem diante dos chamados de emergência. A PM, então, com auxílio do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), invadiu o complexo às 6h de sábado (4). Houve disparos de arma de fogo, acionamento de bombas de efeito moral e confrontos rapidamente controlados. Algumas mulheres e crianças ficaram levemente feridas e foram atendidas em postos no local.

Os bombeiros foram levados presos para o Batalhão de Choque, que fica nas proximidades. De lá, 439 foram transferidos de ônibus para a Corregedoria da PM, em São Gonçalo, região metropolitana do Estado, onde passaram a madrugada de domingo (5). Durante a manhã, eles foram novamente transferidos, só que para o quartel do bairro Charitas, em Niterói, também na região metropolitana.

Visivelmente irritado com o “total descontrole”, o governador Sérgio Cabral anunciou no sábado, após reunião de cerca de cinco horas com a cúpula do governo, a exoneração do então comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Pedro Machado. O cargo passou a ser ocupado pelo coronel Sérgio Simões, que era subsecretário de Defesa Civil da capital fluminense.

Cabral disse que não negocia com “vândalos” e “irresponsáveis”, alegou que os protestos têm motivação política e se defendeu dizendo que o governo tem planos de recuperação salarial para todos os militares desde 2007. Segundo ele, com todas as bonificações e reajustes previstos, até o fim do ano, os bombeiros terão um salário muito próximo ao que é reivindicado.

Os bombeiros presos serão autuados em quatro artigos do Código Penal Militar: motim, dano em viatura, dano às instalações e por impedir e dificultar a saída para socorro e salvamento. A pena para esses crimes varia de dois a dez anos de prisão. Inconformados, alguns iniciaram greve de fome como mais uma forma de protesto.

Apesar das baixas, o comando-geral do Corpo de Bombeiros informou que a rotina de atendimento à população está mantida e que os substitutos dos bombeiros presos assumiram seus postos.

Saudades de José Alencar

Michel Temer fez um discurso longo agora há pouco no programa eleitoral gratuito do PMDB exibido no horário nobre da televisão brasileira. Durante a maior parte do discurso aparecia a legenda “Vice-Presidente da República”. O contraste com a discrição de José Alencar nos oito anos do mandato de Lula é gritante. Alencar foi de uma elegância irrepreensível. Agia como um fiel escudeiro de Lula.

Marco Maciel foi outro exemplo de vice discreto e ponderado. Itamar nem se fala. O impeachment de Collor foi o maior abalo institucional sofrido até hoje pela Nova República, na ocasião recém-nascida. Itamar fez uma transição política e econômica discreta e altamente eficaz para o governo seguinte.

Já Michel Temer… Pelo discurso de hoje no horário eleitoral de seu partido, o que se viu é que o vice de Dilma é vaidoso, gosta de aparecer e vai se valer do cargo para tentar alçar voos mais altos na política.

TV RECORD MOSTRA O BOLETIM OFICIAL DA PREFEITURA DE ITANHAÉM E A REALIDADE DE FATO.

Nota: Isso por incrível que pareça já virou recorrente na cidade, usar o boletim oficial pra promoção (marketing) de governo municipal, sendo que o caráter do boletim oficial é de informar o cidadão e não passar ilusões. Só pra não esquecer: numa das edições foi divulgado o nome de TODOS os funcionários da prefeitura pra receber valores referentes ao desconto indevido feito pela Itaprev ( Itanhaém previdência ) que cuida da previdência do funcionalismo municipal, detalhe: apenas alguns tinham direito, ou seja, pra que pôr todos os funcionários, sendo que apenas alguns tinham direito a devolução do dinheiro? Nessa edição do boletim era informado que aqueles mencionados, no referido boletim oficial, em tal data, precisavam se dirigir a Itaprev pra receber os valores.

Professores de Cubatão cobram implantação de plano de carreira aprovado em 2004

Terça-feira, 31 de maio de 2011 – 20h37

Protesto

Da Redação

Educadores de várias partes do País fizeram passeatas e protestos nesta terça-feira, embalados pelo discurso da professora Amanda Gurgel, famosa no YouTube pela publicação de um vídeo cobrando melhorias na educação brasileira. Em Cubatão, eles aproveitaram para cobrar agilidade da Prefeitura na regulamentação do plano de carreira e estatuto do magistério municipal.

O protesto aconteceu em frente à Prefeitura e foi articulado pela Associação dos Professores Municipais de Cubatão (APMC). Os educadores reclamam que a lei complementar do plano de carreira foi aprovada em 2004, mas até hoje ainda não foi regulamentada.

Entre os problemas causados pela falta de regulamentação está a impossibilidade do docente solicitar o reajuste de 5% no salário base a cada título acadêmico apresentado. O pedido, conforme o texto da lei, pode ser feito a cada três anos. Isso quer dizer que, se o professor se qualifica, ele, em tese, ganhará mais.

Contudo, esse benefício, apesar de existir no papel, ainda aguarda a regulamentação da prefeita Marcia Rosa.

“Nos disseram (em 2004 – gestão Clermont Castor) que a lei seria regulamentada em 120 dias. Mas até hoje nada”, protestou a presidente da APMC, Elenizia Oliveira Garcia.

Os professores se reuniram com o chefe de gabinete da prefeita Marcia Rosa, José Carlos Ribeiro, e o secretário de Educação do Município, Fábio Oliveira Inácio. Eles receberam a promessa que o projeto, que faz ajustes na lei complementar, será enviado à Câmara até o final deste mês e, após ser aprovado pelos vereadores, será regulamentado logo em seguida.

Fonte: http://www.atribuna.com.br

A Força da Juventude Petista


Jovens petistas se reuniram neste sábado para discutir estratégias de atuação e anseios como qualificação de mão de obra, necessidade de geração de empregos e busca por espaços de lazer e cultura em nosso município. Os jovens apresentaram proposta de união em torno de objetivos comuns, repudiaram o tratamento que tem sido dado aos universitários itanhaenses no transporte e anunciaram que estão dispostos a lutar por uma cidade mais justa e com mais oportunidades para todos!

Estiveram presentes o coordenador da Juventude do PT na Baixada Santista Willian, Arthur do Conselho Municipal da Juventude de São Vicente e Daniel da Juventude do PT de Guarujá.
É essencial que a Juventude do Partido dos Trabalhadores esteja cada vez mais organizada e atuante no partido e nas questões relativas à gestão da Cidade. O desafio do PT é consolidar as bases e continuar avançando, ampliando a representatividade no Poder Legislativo e, principalmente, concorrer à Prefeitura.
Em 2012, todos iremos às urnas para escolher aqueles que irão governar o Município. E a juventude petista tem um papel fundamental no processo pré-eleitoral – mobilizar os jovens ao debate sobre o presente e o futuro de Itanhaém. O PT precisa do dinamismo, da garra, das idéias e da força de vontade das novas gerações.

Para alcançar resultados positivos, precisamos ir à luta, levando, a todos os cantos de Itanhaém, as bandeiras do PT. Hoje, dispomos de meios de comunicação muito mais ágeis (redes sociais na internet) para levar nossas mensagens, promover debates, interagir com a população, levantar informações que possam ser úteis à elaboração de estratégias condizentes com os anseios populares.

Vamos aproveitar a oportunidade para fortalecer o PT em Itanhaém. O Brasil elegeu a presidente Dilma Rousseff. Com a nossa força, podemos construir uma Cidade democrática, com qualidade de vida e oportunidades para todos. Agora é a nossa vez!

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