O Partido da Sustentabilidade | Carta Capital

Carta Verde

Dal Marcondes

Política e Meio Ambiente

18.02.2013 09:59

O Partido da Sustentabilidade

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Desde o final da ditadura os partidos vêm se multiplicando no Brasil. Grande parte deles hoje serve apenas pra dar sustentação aos grupos no poder, sejam grupos de direita ou de esquerda. Nos últimos dias, uma novidade nesse quadro partidário é a consolidação da Rede Sustentabilidade, um partido que não carrega esse estigma no nome, prefere ser uma REDE e, com isso, abrir uma nova vertente na governança política. Não chega a ser uma novidade absoluta, uma vez que as forças que dão suporte a essa nova agremiação são as mesmas que viabilizaram a candidatura da ex-senadora e ex-ministra Marina Silva à Presidência da República, em 2010.

Foto: Pedro Ladeira/AFP

Foto: Pedro Ladeira/AFP

Erra, no entanto, quem acredita que essa Rede foi criada apenas para dar palanque a Marina Silva, que chegou em terceiro em 2010 com mais de 20 milhões de votos.

O novo partido deverá dar vazão a uma gama de movimentos políticos e sociais que não se sentem mais representados pela política convencional.

Na reunião para a apresentação de seu estatuto estavam presentes acadêmicos como o professor Ricardo Abramovay, da USP, políticos que acompanham Marina desde a eleição passada, quando ela ainda acreditava ser possível “refundar” o PV, empresários, políticos de outros partidos, como a também ex-senadora Heloísa Helena, oriunda do PSOL.

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Parte desse projeto político já vinha se realizando com a eleição de simpatizantes por outros partidos, como foi o caso do vereador eleito por São Paulo, Ricardo Young, que havia concorrido ao Senado na chapa de Marina e que concorreu à Câmara Municipal pelo PPS.

Em diversas partes do Brasil o mesmo aconteceu com outros candidatos.

A mídia tem apostado nos últimos dias que a criação desse partido tem como fim de garantir a candidatura de Marina Silva ao Planalto em 2014. Não está atenta à possibilidade de o novo partido, justamente por sua atuação em rede e com uma imensa militância jovem e internetizada conquistar um número significativo de cadeira no Congresso e nas Assembleias estaduais.

O espectro político, como definiu Marina, não deve estar à esquerda ou à direita, o que pode ser visto por conservadores dos dois lados como uma “certa ingenuidade”. No entanto, há duas variáveis explícitas no nome da nova agremiação que podem significar mais do que simples palavras: REDE SUSTENTABILIDADE.

Um partido moderno, com atuação em rede pode ser o arejamento que o sistema político precisa para dar voz a novos atores. Se der certo na Rede Sustentabilidade certamente, o modelo se espalhará e ajudará a descentralizar o poder nas mãos de cacique partidários.

No entanto, outro ponto a ser destacado na criação da Rede Sustentabilidade é a apropriação política do termo “SUSTENTABILIDADE”, palavra que por si já enseja debates.

Sua apropriação por um partido político abre o risco de descaracterizá-la ainda mais.

Posso ouvir em plenários pelo Brasil: “Se seu negócio é sustentabilidade, vai para o partido da Marina”.  Então, se por um lado uma agremiação em rede pode ampliar o processo de participação social através das infindáveis redes de internet, por outro, corre-se o risco de criar-se o “gueto” das discussões, uma vez que um partido se aproprie da palavra como nome próprio.

Há muito que se discute a necessidade de a sustentabilidade ser um movimento transversal na sociedade, defendido e praticado em todos os espectros políticos e econômicos. Uma ideologia complementar a todas as doutrinas políticas e econômicas.

Por mais que se discuta a validade ou não das ações ditas “sustentáveis” de empresas e governos, o campo da discussão era amplo, capaz de abarcar ideias e tendências muitas vezes contrárias ou contraditórias.

A criação de uma partido político que se apropria dessa “marca”, mesmo com a melhor das intenções, pode gerar um certo desconforto em outras correntes políticas e sociais que atuem ou desejam atuar na defesa da sustentabilidade, mas sem trocar de partido ou mesmo sem se filiar a um partido.

Matéria originalmente publicada na Envolverde

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Marina deve deixar o PV em breve, dizem aliados

Brasil publicado em 13/06/2011 às 11h38:

Fim de diálogo com a direção nacional da legenda é um dos maiores motivos

Texto:
Renato Araujo/Agência Brasil/12.05.2011

Marina Silva, candidata derrotada à Presidência, ainda avalia se funda nova legenda ou migra para o PPS

Aliados de Marina Silva avaliam que a permanência da ex-senadora no PV é inviável e que a saída dela do partido deve ser selada em poucas semanas. Os motivos são a falta de êxito na cruzada por mais democracia no PV e o fim do diálogo com a direção nacional da legenda.

A reportagem apurou com quatro pessoas próximas da ex-ministra do Meio Ambiente que Marina e o núcleo marineiro estão convencidos da impossibilidade de conseguir as mudanças consideradas necessárias para a transformação do partido, tais como alterações no estatuto que permitiriam eleições diretas e o fim de diretórios provisórios.

Todos os aliados, que não quiseram ter seus nomes revelados, dão a saída dela e de seu grupo como certa.

– É rápido isso daí. Vai se resolver até o fim de junho. Mas a decisão já está tomada.

Outro avalia que o processo de desligamento não dura mais do que 45 dias.

O grupo retarda o anúncio porque estuda os próximos passos a dar. No momento, a tendência mais provável é a criação de um novo partido, mas outras hipóteses são consideradas. Isso porque não há tempo hábil para fundar uma nova sigla para participar das eleições municipais de 2012 – a lei exige filiação mínima de um ano aos futuros candidatos.

Outro problema seria a falta de bons palanques nos Estados para Marina em 2014, problema já sentido dentro do PV na eleição de 2010.

Por outro lado, a migração para outra legenda é improvável, uma vez que o grupo teme que situação análoga à guerra hoje deflagrada no PV possa se repetir. Ainda assim, assessores de Marina fizeram circular no mês passado rumores de que a ex-senadora teria se aproximado do PPS.

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Recomeça o debate sobre a horizontalização de Itanhaém

Reproduzo do blog do meu amigo André Barbosa

Amigos, vejam a opinião do jornalista André Caldas, do Jornal Fatos de Itanhaém, sobre a verticalização (construção de prédios gigantescos). Separo dois trechos do artigo e os comento em seguida:

‎1. É um debate antigo, que já provocou discussões acaloradas e gerou um arremedo de lei que afastou daqui, há doze anos, muitos investidores

Considerar a lei “um arremedo” significa que ele não gosta muito dela, pois afastou “investidores”, vulgo especuladores imobiliários, todos eles anunciantes de jornais. Mas os turistas continuam descendo a serra em cada final de semana atrás da bela paisagem, livre de prédios, que libera o olhar para o horizonte, permite a circulação de ventos , entre outros muitos serviços, e torna as ruas da cidade tão agradáveis.

Enquanto isso os pobres da cidade, que tem um déficit habitacional absurdo, continuam a ser alijados às regiões mais interiores do território por meio da construção de moradias populares, vinculados ao Programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal. E estas moradias são erguidas, grande parte, em áreas de risco de enchentes, como nas bordas do Rio Branco. Construir lá para depois acontecer o que está acontecendo ultimamente no Jardim Belas Artes e no Grandesp.

2. Quem tem medo do debate certamente vai preferir que a situação fique no patamar atual, onde o máximo permitido é [sic] onze pavimentos. Quem prefere abrir a Cidade ao desenvolvimento equilibrado vai preferir que o assunto seja levado à discussão o quanto antes

Agora por ser contra a verticalização de Itanhaém e me posicionar desta forma, significa que tenho medo do debate e não quero o desenvolvimento equilibrado da cidade? Até porque poder político eu não tenho, mas argumentos contra, que atestam os prejuízos de erguer prédios em zonas costeiras, tenho de sobra…

Sem contar o seguinte: eu poderia dizer, então, que quem é a favor da verticalização tem medo de outros pontos de vista. Mas isto seria desqualificar a opinião das pessoas, não?

Apenas mais um comentário: será muito bom quando conseguirmos utilizar os conceitos “horizontal” e “vertical” para analisar questões mais profundas, como a concentração de poder político, poder econômico, o déficit imobiliário, as oportunidades para as juventudes da cidade, a qualidade da educação acessada pelas crianças nas escolas públicas e particulares, enfim…

Claro, estes conceitos cabem, obviamente, na questão da verticalização, que para mim tem de ser tratada como horizontalização.

Fonte:
http://anticorpodegaia.wordpress.com

Em Julho, lançamento nacional (Brasil)

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Código Florestal: PT quer reverter retrocessos e barrar violência ambiental

“A nossa esperança e o nosso esforço será para reverter essa situação no Senado. Não podemos admitir esse retrocesso na nossa legislação ambiental”, afirmou o líder da bancada, deputado Paulo Teixeira (SP).

Quarta-feira, 25 de maio de 2011
Por Imprensa PT Câmara

A bancada do Partido dos Trabalhadores que lutou junto com os movimentos sociais, ambientalistas, agricultores familiares e a comunidade científica para ter um novo Código Florestal equilibrado, que atendesse ao meio ambiente e à agricultura, tem esperança de que, no Senado, seja retirado do texto a emenda 164.

Essa emenda, aprovada e apresentada pelo PMDB e outros, anistia desmatadores e dá aos estados a prerrogativa de definir área de preservação. “A nossa esperança e o nosso esforço será para reverter essa situação no Senado. Não podemos admitir esse retrocesso na nossa legislação ambiental”, afirmou o líder da bancada, deputado Paulo Teixeira (SP).

O líder petista disse ainda que há tempo de reverter a situação e evitar que se consolide “essa violência ao meio ambiente brasileiro”. Paulo Teixeira explicou que, no Senado, será reaberto o debate e o texto pode e deve ser modificado. Com isso a matéria volta para apreciação na Câmara. “Então teremos tempo para concluirmos de melhor forma aquilo que começamos (votação do Código), entregando para o País uma legislação que garanta o nosso patrimônio ambiental, a nossa diversidade”, afirmou.

Como último recurso, antecipou Paulo Teixeira, a presidenta Dilma Rousseff vetará essa emenda. “A presidenta não aceitará qualquer medida que significa desmatamento ou transferência de competência da legislação ambiental para os estados”, enfatizou o líder petista. Paulo Teixeira lembrou que o compromisso da presidenta com a preservação ambiental é anterior à sua eleição. “Ela representou o Brasil, em 2009, na Conferência do Clima em Copenhague (Dinamarca) e assumiu o compromisso de redução de emissões de gases do efeito-estufa. A Dilma tem consciência do papel do país na questão ambiental”, afirmou.

Inconstitucional

O deputado Nazareno Fonteles (PT-PI) enfatizou a inconstitucionalidade da emenda 164. “Essa emenda não tem respaldo constitucional, é fácil de ser derrubada porque contraria o artigo 24 da Constituição, pelo qual cabe à União definir a Política Nacional do Meio Ambiente. Aos estados e municípios fica a tarefa de fiscalizar e regulamentar os dispositivos dessa política”, explicou. Para Nazareno, o que a bancada ruralista fez com a emenda 164 foi inverter essa prerrogativa.

“E o que é mais grave é que nem os estados e nem os municípios têm respaldo político e técnico para exercer uma função tão importante como essa. Se a União, que tem acúmulo de responsabilidade, tem o Ibama e a Polícia Federal, ainda enfrenta dificuldades, imagina o que vai acontecer, se essa política ficar na mão dos estados?”, questionou Nazareno Fonteles. Ele enfatizou que os governos estaduais e prefeituras são mais suscetíveis ao lobby dos grandes agricultores.

Nazareno disse ainda que não perdeu a esperança de reverter a situação e dar ao país um Código Florestal equilibrado, que garanta a segurança alimentar e a qualidade ambiental. Se as mudanças não acontecerem no Senado, tenho certeza de que a presidenta Dilma vetará, não será nem mesmo preciso questionar a constitucionalidade da lei no Supremo Tribunal Federal”, concluiu.

Temeridade

Para o deputado João Paulo Lima (PT-PE), foi uma temeridade aprovar a emenda 164. “Já fui prefeito por mais de um mandato e sei como funcionam as coisas nas prefeituras e quais são as deficiências dos estados e municípios”, afirmou o deputado. Ele disse ainda que o meio ambiente é uma questão de soberania nacional. Uma política ambiental não pode ser definida de forma isolada em cada estado. Isso é uma prerrogativa da União”, acrescentou.

Welcome! Wor(l)d Communicate

Singapore, 25/05/2011

Olá Silvio Evanni,

finalmente podemos lhe dizer:

estamos realmente felizes do que estamos construindo

A energia que sentimos da parte de todos vocês que nos estão dando a vossa confiança é indescritível.

Esperamos que vocês possam senti-la tão forte como ela chega até nós. Este é o momento mais bonito e emocionante:
estamos iniciando esta nova aventura que nos aproxima pouco a pouco à estreia no mercado.

Os tempos estão maduros para dizer a todos que nasceu wor(l)d.

E, sobretudo, para convidá-los a entrar a fazer parte da nossa empresa. Estamos entrando na fase em que as sementes da paixão começaram a dar os seus primeiros rebentos e, pouco a pouco, veremos crescer juntos uma árvore, que dará os seus frutos a todos nós e continuará a fazê-lo por muitos anos.

Porque wor(l)d não quer ser uma promessa incondicional, mas uma árvore sólida, com raízes bem plantadas no terreno do nosso maravilhoso planeta.

Um agradecimento pessoal a todos vocês que estão lançando e construindo estas raízes e esta força, dia após dia, partilhando objetivos e estratégias mas, sobretudo os valores de wor(l)d.

Até breve e bom trabalho a todos,

Fabio Galdi

WIP Staff

contacts
Global Mobile Network Pte. Ltd.
21 Bukit Batok Crescent #03
7 Wcega Tower
Singapore 658065
www.woridoivlis.worldcommunicate.com

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