Itanhaense é único brasileiro a conquistar vaga em escola de música de Londres

Quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

TALENTO – Ao longo de uma carreira de dez anos, o jovem já foi premiado em diversos concursos

Itanhaense é único brasileiro a conquistar vaga em escola de música de Londres

Itanhaense é o único brasileiro a conquistar vaga na Escola de Música em Londres

Há tempos que a música corre nas veias de Plínio Fernandes, de 18 anos, que desde cedo dedica seis horas de seu dia para estudar e praticar os acordes do violão. O resultado de tanta dedicação deu ao violonista de Itanhaém uma vaga na Royal Academy of Music, em Londres.

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De malas prontas para o curso de graduação em música, Plínio é o único brasileiro deste ano a receber a carta assinada pela direção da escola de Londres, que é disputada por estudantes de todo o mundo. As aulas iniciam em setembro e o músico afirma que conseguir uma vaga é tão concorrido quanto entrar numa faculdade pública de medicina.

O reconhecimento do trabalho do jovem deixou sua família contente e ser o único a representar o Brasil no curso é uma responsabilidade para poucos. “Fiz um vídeo no ano passado e enviei à escola com a esperança de conseguir a vaga, mas receber a carta de aprovação me deixou sem palavras. Vou para a Europa”.

A experiência com a música vem desde os oito anos, quando iniciou os estudos com o professor Eduardo Martinelli, atual maestro da orquestra sinfônica de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Recentemente se apresentou no Museu de Arte de São Paulo (Masp), após concorrer com mais de 100 artistas de todo o Brasil.

“Conseguir essa vaga é um incentivo para os demais que sonham com essa oportunidade. É gratificante ser o único deste ano a ter a chance”, ressalta Plínio. Ao longo de uma carreira de dez anos, o jovem foi premiado em diversos concursos, são eles: Musicalis (2002 e 2010), Souza Lima (2003 e 2005) e Conservatório Villa Lobos – Fito (2010).

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II Conferência Nacional de Juventude – Brasília/DF

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Nova linha editorial do jornalismo Global

Boa noite . Começo esse artigo, questionando as normas e padrões éticos de conduta do pseudo-jornalismo das organizações globo. Dias atrás, eles mesmos mencionaram a isenção em suas falas, como um dos requisitos do dito bom jornalismo ético e responsável. Mas eles mesmos se contradizem. Agora à noite, eles no Jornal da Globo fizeram juízo de valor e colocaram como única verdade o motivo de ministros estarem demissionados. Explico: A linha editorial do Jornal já começa enfatizando, de forma veemente que o governo da presidenta Dilma Rousseff,  herdou do seu antecessor, uma praga instalada no governo federal, desqualificando mais uma vez o governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva. Qualifica o governo como de troca de favores, que o antecessor trocou interesses eleitorais, pela troca de cargos entre políticos e setores diversos, quer sejam empreiteiras e empresas, como se isso fosse uma realidade apenas do governo antecessor da presidenta Dilma Rousseff. Esqueceram dos outros governos que passaram por Brasília, esqueceram dos piores momentos da política brasileira, em épocas de inflação e dificuldades econômico-sociais. Quer que acreditemos que os erros humanos, são culpabilidades exclusivas do governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva, forma usada em vários noticiosos da organização. Logo, após a fala do âncora do jornal, chegou a vez do Arnaldo Jabor continuar a mesma linha, será que eu já vi esse filme? O texto redondinho e combinado duma linha editorial que serve aos interesses de determinados grupos nesse país. Mas, ao mesmo tempo, seguem questionando o crescimento ecônomico, dessa vez no setor imobiliário, como se fosse “bolha especulativa”. Se esquecendo, dos grandes avanços conquistados na última década no país. Que jornalismo é esse? Cadê a responsabilidade e ética editorial? Profissionais de comunicação seguindo linha que alguém ou um deteminado grupo tem mais interesse que seja pautada. A população tem esse veículo como formador de que tipo de opinião?  Um passo para pouco a pouco, colocarem à população brasileira, como desqualificado o governo Lula, e já pensando num futuro próximo. Querendo passar uma idéia de que a presidenta Dilma Rousseff é vítima do seu antecessor, pois eles sabem da popularidade e da influência do Lula para as próximas eleições. Continuemos com todas as conquistas, e o governo da presidenta Dilma Rousseff não pode ser refém de políticos e nem de grupos de mídia que se consideram a única verdade.

Quase 90% dos jovens têm orgulho de ser brasileiros

publicado em 13/06/2011 às 14h59:
Quase 90% dos jovens têm orgulho de ser brasileiros, revela pesquisa
Geração “sonhadora” quer “oportunidade para todos” e menos consumismo

Marina Novaes, do R7Texto:
Luis Cleber/12.06.201/AE

Formação profissional está no topo das preocupações dos jovens de hoje; 90% quer uma carreira que ajude o Brasil

Um estudo inédito divulgado nesta segunda-feira (13) em São Paulo mostra que 9 em cada 10 jovens (89%), com idades entre 18 e 24 anos, têm orgulho em ser brasileiros. De acordo com o levantamento, que ouviu mais de 3.000 pessoas de 173 cidades do país, a geração atual é “sonhadora” – segundo avaliação de 34% dos entrevistados – e otimista em relação ao futuro do Brasil (75%).

A pesquisa Sonho Brasileiro, que levou mais de um ano para ser concluída, revela também que os jovens brasileiros querem transformar o mundo em um lugar melhor: 90% disseram querer exercer uma profissão que ajude a sociedade; 28% sonham com “oportunidades para todos”; 18% desejam menos violência; e 13% almejam o fim da corrupção.

Entretanto, diferentemente do que ocorria nos anos 1970 – quando o Brasil vivia a ditadura militar –, os jovens de hoje sabem que podem trabalhar por uma causa coletiva e buscar seus sonhos pessoais, como avalia Gabriel Milanez, pesquisador da Box1824 (agência especializada em mapear tendências de comportamento), que realizou o estudo em parceria com o instituto Datafolha.

– Hoje, 50% dos jovens brasileiros se conectam mais com discursos coletivos que individualistas. […] Isso mostra que o jovem concorda que tem um papel de transformar a sociedade, ou seja, ele entende que o que é mais aceitável socialmente é ser mais ‘coletivo’.

Isso ajuda a entender porque apenas 5% dos jovens elegeram como prioridade “ficar rico”, e porque o sonho da casa própria está no topo da lista de somente 15%. Ao serem questionados sobre seus sonhos individuais, 55% dos entrevistados optaram pela educação e escolheram como prioridade “a formação profissional e emprego na área escolhida”.

Grana e carreira

O modo como os jovens encaram a carreira é um dos principais “pontos de conflito” em relação à geração dos pais deles, quando a estabilidade financeira estava no topo da lista de desejos. Isso não quer dizer, porém, que os brasileiros perderam o desejo de conquistar dinheiro, apenas mostra que coisas como “realização pessoal” e preocupação social ganharam maior importância, observa Milanez.

– Nós saímos de uma geração muito preocupada com sucesso, estabilidade, em ficar rico logo, etc. Mas, se for pensar no contexto do país, nós tínhamos uma instabilidade econômica muito forte, então havia a noção de que era necessário, antes de tudo, sobreviver. […] A partir do momento em que nós temos uma economia mais estável, é possível pensar em outros objetivos.

Enquanto 34 % dos jovens classificam a geração atual como “sonhadora”, outros 31% a definiram como “consumista”. Neste sentido, 91% disseram acreditar que as pessoas consomem mais do que precisam e 9% têm medo de ganhar muito dinheiro e ficar infelizes.

A percepção sobre o Brasil também mudou. Para a geração atual, o Brasil já não é mais o “país do futuro”, e sim o país “do presente”. Em cinco anos, porém, os brasileiros viverão no “país das realizações”, como apostam 46% dos entrevistados.

Recomeça o debate sobre a horizontalização de Itanhaém

Reproduzo do blog do meu amigo André Barbosa

Amigos, vejam a opinião do jornalista André Caldas, do Jornal Fatos de Itanhaém, sobre a verticalização (construção de prédios gigantescos). Separo dois trechos do artigo e os comento em seguida:

‎1. É um debate antigo, que já provocou discussões acaloradas e gerou um arremedo de lei que afastou daqui, há doze anos, muitos investidores

Considerar a lei “um arremedo” significa que ele não gosta muito dela, pois afastou “investidores”, vulgo especuladores imobiliários, todos eles anunciantes de jornais. Mas os turistas continuam descendo a serra em cada final de semana atrás da bela paisagem, livre de prédios, que libera o olhar para o horizonte, permite a circulação de ventos , entre outros muitos serviços, e torna as ruas da cidade tão agradáveis.

Enquanto isso os pobres da cidade, que tem um déficit habitacional absurdo, continuam a ser alijados às regiões mais interiores do território por meio da construção de moradias populares, vinculados ao Programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal. E estas moradias são erguidas, grande parte, em áreas de risco de enchentes, como nas bordas do Rio Branco. Construir lá para depois acontecer o que está acontecendo ultimamente no Jardim Belas Artes e no Grandesp.

2. Quem tem medo do debate certamente vai preferir que a situação fique no patamar atual, onde o máximo permitido é [sic] onze pavimentos. Quem prefere abrir a Cidade ao desenvolvimento equilibrado vai preferir que o assunto seja levado à discussão o quanto antes

Agora por ser contra a verticalização de Itanhaém e me posicionar desta forma, significa que tenho medo do debate e não quero o desenvolvimento equilibrado da cidade? Até porque poder político eu não tenho, mas argumentos contra, que atestam os prejuízos de erguer prédios em zonas costeiras, tenho de sobra…

Sem contar o seguinte: eu poderia dizer, então, que quem é a favor da verticalização tem medo de outros pontos de vista. Mas isto seria desqualificar a opinião das pessoas, não?

Apenas mais um comentário: será muito bom quando conseguirmos utilizar os conceitos “horizontal” e “vertical” para analisar questões mais profundas, como a concentração de poder político, poder econômico, o déficit imobiliário, as oportunidades para as juventudes da cidade, a qualidade da educação acessada pelas crianças nas escolas públicas e particulares, enfim…

Claro, estes conceitos cabem, obviamente, na questão da verticalização, que para mim tem de ser tratada como horizontalização.

Fonte:
http://anticorpodegaia.wordpress.com

1* Encontro do Setorial da Juventude PT- Itanhaém

Jovens Companheiras e Companheiros,

Nosso diretório municipal está organizando o 1º Encontro Municipal da Juventude Petista e vejo necessária a participação ativa da Juventude na construção de novas lideranças e que venha oxigenar a vida partidária em nosso município, buscando a articulação com movimentos regionais, estadual e nacional.

Gostaria de contar com sua presença e ouvir suas idéias e propostas, que viabilizem o funcionamento efetivo do Setorial da Juventude no PT de Itanhaém.

Saudações Petistas,

Vereadora Professora Regina

1º Encontro Municipal da Juventude do PT – Itanhaém

Jovens Companheiras e Companheiros,

Nosso diretório municipal está organizando o 1º Encontro Municipal da Juventude Petista e vejo necessária a participação ativa da Juventude na construção de novas lideranças e que venha oxigenar a vida partidária em nosso município, buscando a articulação com movimentos regionais, estadual e nacional.

Gostaria de contar com sua presença e ouvir suas idéias e propostas, que viabilizem o funcionamento efetivo do Setorial da Juventude no PT de Itanhaém.

Saudações Petistas,

Vereadora Professora Regina

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