Unidade de Pronto Atendimento (UPA) terá novo conceito

Unidade de Pronto Atendimento (UPA) terá novo conceito.

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Pedagiômetro segundo a segundo no site

http://pedagiometro.com.br/banner

Fonte:www.pedagiometro.com.br

Caos no transporte público, na saúde, na educação…

Dormimos e acordamos vendo as situações de desgoverno em setores de fundamental importância a todos nós. Hoje eu iria a São Paulo, mas não vou, mesmo eu pensando em ir de carro, achei prudente não fazê-lo, uma vez que as ruas estão complicadas, porque, quando setores do transporte público metropolitano entram em greve, buscando melhorias no trato com os funcionários de transporte e passageiros, a população lota as ruas e marginais. Vamos esperar acalmar… Mas aqui na baixada santista estamos na eminência de uma greve também no setor de transportes, talvez ainda nos próximos dias. Na saúde a baixada santista tem o maior índice de tuberculose do estado de São Paulo, alarmante, podemos dizer que sim. Isso decorrente das moradias precárias e situação social de munícipes. Ainda, faltam médicos e profissionais da saúde, por conta de salários que estão aquém do esperado às categorias e ou estruturas e suportes de trabalho.
Na educação estão faltando professores, pela questão salarial e a falta de atenção e desvalorização da categoria.
Envolvendo questões de políticas públicas ou digo a falta de gestão. Os equívocos no trato com esses assuntos pelo governo do estado de São Paulo.

Recomeça o debate sobre a horizontalização de Itanhaém

Reproduzo do blog do meu amigo André Barbosa

Amigos, vejam a opinião do jornalista André Caldas, do Jornal Fatos de Itanhaém, sobre a verticalização (construção de prédios gigantescos). Separo dois trechos do artigo e os comento em seguida:

‎1. É um debate antigo, que já provocou discussões acaloradas e gerou um arremedo de lei que afastou daqui, há doze anos, muitos investidores

Considerar a lei “um arremedo” significa que ele não gosta muito dela, pois afastou “investidores”, vulgo especuladores imobiliários, todos eles anunciantes de jornais. Mas os turistas continuam descendo a serra em cada final de semana atrás da bela paisagem, livre de prédios, que libera o olhar para o horizonte, permite a circulação de ventos , entre outros muitos serviços, e torna as ruas da cidade tão agradáveis.

Enquanto isso os pobres da cidade, que tem um déficit habitacional absurdo, continuam a ser alijados às regiões mais interiores do território por meio da construção de moradias populares, vinculados ao Programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal. E estas moradias são erguidas, grande parte, em áreas de risco de enchentes, como nas bordas do Rio Branco. Construir lá para depois acontecer o que está acontecendo ultimamente no Jardim Belas Artes e no Grandesp.

2. Quem tem medo do debate certamente vai preferir que a situação fique no patamar atual, onde o máximo permitido é [sic] onze pavimentos. Quem prefere abrir a Cidade ao desenvolvimento equilibrado vai preferir que o assunto seja levado à discussão o quanto antes

Agora por ser contra a verticalização de Itanhaém e me posicionar desta forma, significa que tenho medo do debate e não quero o desenvolvimento equilibrado da cidade? Até porque poder político eu não tenho, mas argumentos contra, que atestam os prejuízos de erguer prédios em zonas costeiras, tenho de sobra…

Sem contar o seguinte: eu poderia dizer, então, que quem é a favor da verticalização tem medo de outros pontos de vista. Mas isto seria desqualificar a opinião das pessoas, não?

Apenas mais um comentário: será muito bom quando conseguirmos utilizar os conceitos “horizontal” e “vertical” para analisar questões mais profundas, como a concentração de poder político, poder econômico, o déficit imobiliário, as oportunidades para as juventudes da cidade, a qualidade da educação acessada pelas crianças nas escolas públicas e particulares, enfim…

Claro, estes conceitos cabem, obviamente, na questão da verticalização, que para mim tem de ser tratada como horizontalização.

Fonte:
http://anticorpodegaia.wordpress.com

Vereadora Professora Regina avalia positivamente a 14ª Marcha a Brasília

Sábado , 14 de Maio de 2011
Reproduzo do Blog da Vereadora Regina/PT – Itanhaém-SP

De volta a Itanhaém, a vereadora Regina Célia de Oliveira (PT), de Itanhaém, avaliou positivamente a 14ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, encontro que reuniu quatro mil prefeitos, de 10 a 12 de maio. “A mobilização dos prefeitos aumenta ano a ano. Isto é importante para fortalecer as reivindicações ao governo federal para equacionar problemas comuns enfrentados pela maioria das cidades. Além disso, o evento possibilita o intercâmbio de informações e o contato com diversos órgãos federais. Há uma série de programas e ações que podem ser bem aproveitados pelas prefeituras”.

A vereadora Regina considera que houve avanço em relação aos principais itens da pauta. A presidente Dilma Rousseff garantiu a liberação de Restos a Pagar, sendo que a primeira parcela de R$ 520 milhões será paga de imediato às prefeituras e o restante – R$ 230 milhões – será depositado até o dia 6 de junho. A presidente Dilma também garantiu que será considerada a participação dos municípios na elaboração de proposta para aprimorar a distribuição de royalties do pré-sal. O governo federal deve apoiar a regulamentação da Emenda Constitucional 29, que propõe critérios para a distribuição de recursos para a Saúde. Outro ponto positivo é a discussão de medidas para desburocratizar a tramitação de projetos junto à Caixa Econômica Federal, tornando, mais ágil, a liberação de recursos aos municípios. O volume de recursos do PAC 2 deverá aumentar para R$ 121 bilhões ( o valor global do primeiro PAC foi de R$ 59 bilhões).

Ao pontuar os compromissos assumidos pelo governo federal na área social, Regina destaca a garantia de recursos não apenas para a construção, mas também o custeio de novas creches e escolas, até a liberação de recursos do FUNDEB às prefeituras; a reforma e ampliação de unidades de saúde, visto que a maioria está fora do padrão de qualidade da Agência Nacional de Saúde (ANVISA); aumento de repasses para o programa Estratégia da Família; instalação de “academias de saúde”, objetivando combater a obesidade, através da prática de atividades físicas; melhoria da assistência às gestantes, através do programa Rede Cegonha; e combate ao crack.

Venezuela vai adotar Minha Casa, Minha Vida como referência

Presidentes articulam construção e financiamento de 2 milhões de casas na Venezuela (©Foto: Arquivo/ Divulgação)

Por: Renata Giraldi
Publicado em 10/05/2011, 16:01

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, articulam a construção e financiamento de 2 milhões de casas em cidades venezuelanas, no período de sete anos. O assunto será tema da reunião que ambos terão, no final de junho, em Brasília.

O acordo faz parte de uma parceria com a Caixa Econômica Federal (Caixa) e baseia-se no programa brasileiro Minha Casa, Minha Vida – destinado à construção e compra de moradias para as famílias cuja renda é de até R$ 1.395.

Os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e da Venezuela, Nicolás Maduro, conversaram sobre alguns detalhes do programa habitacional que será executado nas cidades venezuelanas. Segundo Maduro, o programa será firmado entre a Caixa e a correspondente venezuelana.

Maduro e Patriota também conversaram sobre as parcerias que serão ampliadas nas áreas de desenvolvimento agrícola, transferência de tecnologia e ciência. Trataram também da necessidade de se intensificar as relações regionais englobando o Mercosul e a União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

O chanceler venezuelano não mencionou a demora do Congresso Nacional do Paraguai em aprovar o ingresso da Venezuela no Mercosul. Brasil, Argentina e Uruguai já aprovaram a participação dos venezuelanos como membros permanentes do Mercosul. Falta apenas a aprovação do Congresso Nacional do Paraguai, que não agendou a data de votação.

Até o começo da noite de ontem (9), estava marcada a visita para hoje de Chávez. Mas o presidente venezuelano cancelou a viagem ao Brasil, ao Equador e a Cuba alegando dores no joelho esquerdo. Neste momento, o governo venezuelano enfrenta dificuldades em lidar com um apagão que atingiu 15 dos 24 estados do país. Desde 2009, há problemas no abastecimento energético.

Fonte: Agência Brasil
Reprodução: Rede Brasil Atual

”Hoje, o Brasil é mais seguro do que os países ricos”

Por Fernando Scheller, estadao.com.br, Atualizado: 7/5/2011 0:16


Filipe Araujo/AE

“Consumo. Para Fettig, da Whirpool, a classe C traz estabilidade para o crescimento do Brasil”
ENTREVISTA – Jeff Fettig, presidente mundial da Whirlpool

Segundo maior mercado mundial para a Whirlpool – fabricante de eletrodomésticos proprietária das marcas Brastemp e Cônsul -, o Brasil é visto pela empresa como um ‘porto seguro’ de crescimento. Segundo o presidente mundial da companhia, Jeff Fettig, a velocidade de crescimento da operação brasileira é três vezes maior do que a mundial – e o País divide com a Índia o posto de mercado mais aquecido no mundo.

Por isso, o ritmo de investimentos local seguirá forte: o valor aportado na operação brasileira, que ficou em US$ 180 milhões em 2010, deve crescer até 30% este ano. O número de produtos lançados dobrou de 100, em 2007, para 200, no ano passado. Tudo isso para atender à demanda da nova classe média. ‘O crescimento no Brasil é sustentável porque se baseia no surgimento de uma nova classe de consumidores’, diz o presidente da Whirlpool.

Fettig, que esteve no Brasil durante esta semana e falou com exclusividade ao Estado, afirma que, nos últimos anos, o Brasil protagonizou uma troca de papéis com outros mercados. Atualmente, diz, são países como Brasil e Índia que oferecem alguma previsibilidade aos resultados da companhia. ‘Hoje, o Brasil é mais seguro do que os países ricos. Ocorreu uma clara inversão de papéis.’

O Brasil ganhou importância relativa para a Whirlpool ao longo dos últimos cinco anos?

A mudança foi marcante. Estamos no Brasil há 60 anos. Houve sempre uma tendência de crescimento, mas também vivemos quebras nos ciclos econômicos. Olhando para trás, foi só em meados da última década, a partir de 2005, que o Brasil se tornou um mercado global. Para a Whirlpool, já é o segundo maior mercado individual do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. O País representa 50% do resultado da América Latina, atualmente a segunda região mais importante para a empresa, atrás apenas da América do Norte. Hoje, ao lado da Índia, o Brasil é o país em que as nossas vendas crescem com mais rapidez.

Quais são as bases do crescimento da empresa no País?

Primeiro, estamos aqui há 60 anos, conhecemos a história. E, em segundo lugar, temos um ótimo time no Brasil. Em 2004, estávamos no fim de um período de crise, e fiz aqui uma reunião com a equipe. Todos deram ótimas ideias e estavam animados com os projetos. Na época, previ que o Brasil se solidificaria e poderia ser um mercado tão estável quanto o dos Estados Unidos. Mas eu estava errado. O Brasil costumava ser imprevisível, mas se solidificou como um porto seguro de expansão. Ao mesmo tempo, nos últimos anos, houve uma reversão de papéis com os países desenvolvidos, à medida que os resultados em muitos mercados maduros ficaram menos confiáveis do que no passado.

O comportamento do Brasil no pós-crise ajudou a consolidar uma nova imagem sobre o País?

Sem dúvida. Nos anos 1970, 1980 e 1990, experimentamos rápidos períodos de expansão, entrecortados por declínios acentuados. O Brasil passou pelo teste da crise econômica de 2008 e rompeu esse padrão. Acho que a estabilidade política é clara, assim como os benefícios trazidos pelo uso dos recursos naturais. Mas o item mais importante é a emergência de uma nova classe de consumidores. Com uma população jovem e com renda disponível, o Brasil se tornou o perfeito mercado emergente. Com a inclusão do consumidor, a tendência se torna sustentável.

Os investimentos da Whirlpool no mercado brasileiro vão continuar a crescer?

O investimento voltado para a operação local no Brasil certamente será cada vez maior – e esse crescimento será determinado pelo ritmo de expansão do mercado. Ainda é difícil dizer o quanto os investimentos no Brasil com vistas à exportação vão se comportar. Isso depende de políticas não só do Brasil, mas também dos países vizinhos, como a Argentina.

À medida que o mercado cresce, o desenvolvimento de produtos se torna mais complexo?

Acredito que há várias tendências nesse sentido. O acesso a informações e tendências pela internet e pelas mídias sociais criou um consumidor mais exigente. Isso significa que eles podem diferenciar os produtos oferecidos no mercado. O desafio é atender a todos os tipos de público. Com o crescimento da classe média, temos de reduzir os preços da máquina de lavar automática para que as semiautomáticas sejam substituídas. A ideia é permitir o acesso de mais pessoas a determinados produtos, dando mais opções ao comprador. Por outro lado, em São Paulo há lojas refinadas de produtos para o lar que não devem nada às similares de Paris ou Nova York. Por isso, temos a marca Cônsul, que atende às massas, e também a Kitchen Aid, para o consumidor de alto luxo.

A qualidade dos produtos de entrada, os mais baratos, aumentou ao longo dos anos?

A pessoa que está comprando um produto pela primeira vez precisa ver um custo-benefício claro em sua escolha, que representa um alto investimento em comparação com sua renda. Para o mercado de reposição, a ideia é mostrar evolução. Como as pessoas ficam até sete anos com seus aparelhos, elas vão querer produtos radicalmente diferentes. Então, é a hora de preencher aspirações do consumidor. O segredo, em ambos os casos, é inovar nos produtos de mais valor agregado e trazer essas novidades aos poucos para a base da pirâmide. No nosso negócio, passamos 50% do tempo pensando em inovar.

Qual é a importância da inovação local?

A inovação é sempre global e local. As grandes tendências tecnológicas são definidas de forma global. Por isso, nossos centros de inovação, incluindo os brasileiros, são tanto globais quanto regionais. No âmbito local, a discussão é como trazer rapidamente as descobertas para o mercado, adaptando-as para o gosto de diferentes consumidores. Aí entram questões como design, clima das diferentes regiões e entendimento dos hábitos de alimentação.

A marca Brastemp teve recentemente uma exposição negativa com o protesto de um cliente no YouTube. Como a Whirlpool reage a esse tipo de crise?

Não há dúvida que o Facebook, o Twitter e o YouTube viraram ferramentas usadas pelos consumidores. Para nós, é importante seguir de perto o que é dito sobre nós nas mídias sociais. Esses sites podem ser usados como uma forma de alerta antecipado a problemas. Acompanhar os comentários já faz parte do dia a dia da companhia.

Um dos melhores prefeitos de Itanhaém…

Coisas do

Assuntos que o nosso prefeito conversou com a comunidade:
1.terrenos com ou sem proprietário que cuide; ocupação dessas áreas etc..
2.números de lançamentos imobiliários no município e suas particularidades;
3.limitações do executivo;
4.Programa Onda Limpa do Estado e sua atuação na cidade;
5.Resumindo: A sua excelente gestão e suas limitações administrativas.

Acredite, isso está na web.
Fonte: De Tamaiosi

Câmara Itinerante

Reproduzo do Blog da Vereadora Regina – PT

Participei, sábado (30), da primeira sessão do programa Câmara Itinerante. Embora, o público-alvo da reunião fosse os moradores dos bairros Savoy I e II, muitos munícipes de Nova Itanhaém aproveitaram a ocasião para apresentar suas reivindicações. A Câmara Itinerante, sem dúvida, é um importante instrumento de diálogo entre os vereadores e as comunidades.
Os problemas do calçamento de vias, no Savoy II, dominaram as discussões. O morador Paulo Henrique quis saber por que meu requerimento sobre o assunto foi rejeitado pela maioria dos vereadores, em votação ocorrida na última segunda-feira, alguns parlamentares alegando que o texto estava “agressivo” e outros que, ao usar os termos “obras mal feitas”, eu estava afirmando que há falhas construtivas em todas as vias. E, por estes motivos, votaram contra o requerimento. Quero, novamente, deixar claro que sou a favor das obras de pavimentação e tenho ciência de que em alguns locais o serviço foi executado corretamente. Mas isto não significa fechar os olhos para as falhas apontadas pelos moradores.

A população tem direito a receber obras bem feitas. A Prefeitura tem a obrigação de fiscalizar com rigor a execução dos serviços, em todas as etapas, evitando, assim desperdício de dinheiro público, atrasos nos cronogramas e transtornos aos moradores. Se a empresa não tem competência técnica para executar os serviços, fazendo os reparos necessários de imediato, então não deveria ter sido contratada.

Discordo de quem diz que “só podemos fazer cobranças quando as obras estiverem concluídas”. Quer dizer, se uma pessoa contrata a construção da casa própria, por exemplo, só poderá reclamar de serviços mal feitos, perceptíveis a olho nu, quando estiver com as chaves nas mãos? É um grande equívoco pensar desta maneira. Se existe um problema, é necessário resolvê-lo a tempo, antes que a situação fique mais grave.

Outra situação apontada por moradoras do Savoy é a falta de médicos na Unidade de Saúde. A dona de casa Maria das Graças Marinho da Silva, hipertensa e com labirintite, relata que o atendimento vem sendo realizado por uma enfermeira, muito competente, mas que não pode prescrever medicamentos nem encaminhar pacientes às unidades de especialidades municipal e regional (AME). A filha dela, Rita de Cássia Rodrigues da Silva, conta que sofre de problemas renais. Por falta de médico no posto de saúde, ela ainda não conseguiu encaminhamento para o AME, em Praia Grande.

Em Nova Itanhaém, moradores pedem mais atenção do Poder Público. Residente no bairro, há mais de 20 anos, Maria de Fátima da Silva deu um exemplo simples, mas que mostra, com clareza e objetividade, o entendimento sobre ações prioritárias. Com simplicidade, Maria de Fátima, demonstra compreender melhor que muita gente, que ocupa cargos públicos, o sentido das palavras “planejamento e prioridade”.

“Se chegam dois pacientes, no pronto-socorro, um em estado grave e outro não, qual deles deve ser atendido com urgência? Pois é a mesma situação do nosso bairro, que está em estado grave, em comparação com o Savoy, que recebeu várias melhorias. Se a Prefeitura não tem condições pra fazer tudo, poderia, pelo menos, distribuir melhor os investimentos, para que todos os bairros fossem atendidos. Estamos muito decepcionados. Muita gente está colocando a casa à venda, pois não aguenta mais viver num lugar sem infraestrutura. Queremos mais atenção”.

Isabel Francisca de Moraes Miguel, moradora da Rua Benedito Ribeiro, também relatou os problemas com os quais a comunidade convive há anos. “Valas abertas e entupidas, muitos terrenos baldios tomados pelo mato, ruas sem calçamento, coleta de lixo deficiente e falta de passarela”.

Bem, contra fatos não há argumentos. Basta percorrer os bairros para constatar os problemas. O fato é que algumas pessoas estão tão preocupadas em defender os interesses do governo municipal que deixam de lado o discurso coerente e perdem tempo justificando o injustificável. Não faço oposição ao governo tucano sem fundamento. O papel do vereador é fiscalizar as ações do governo municipal, apontar os problemas, buscar, através de emendas parlamentares, mais verbas para a Cidade, representar e defender, de fato, os interesses da população.

“Vereador consciente contribui efetivamente para o desenvolvimento humano do seu Município, ajudando o povo a pensar e se organizar.”

Escrito por Professora Regina às 07h21

Dilma: Brasil disponibilizará 75 mil bolsas de intercâmbio até 2014

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O documento além de outros assuntos, também traz o tema das obras nos aeroportos para a Copa de 2014.

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