Caos no transporte público, na saúde, na educação…

Dormimos e acordamos vendo as situações de desgoverno em setores de fundamental importância a todos nós. Hoje eu iria a São Paulo, mas não vou, mesmo eu pensando em ir de carro, achei prudente não fazê-lo, uma vez que as ruas estão complicadas, porque, quando setores do transporte público metropolitano entram em greve, buscando melhorias no trato com os funcionários de transporte e passageiros, a população lota as ruas e marginais. Vamos esperar acalmar… Mas aqui na baixada santista estamos na eminência de uma greve também no setor de transportes, talvez ainda nos próximos dias. Na saúde a baixada santista tem o maior índice de tuberculose do estado de São Paulo, alarmante, podemos dizer que sim. Isso decorrente das moradias precárias e situação social de munícipes. Ainda, faltam médicos e profissionais da saúde, por conta de salários que estão aquém do esperado às categorias e ou estruturas e suportes de trabalho.
Na educação estão faltando professores, pela questão salarial e a falta de atenção e desvalorização da categoria.
Envolvendo questões de políticas públicas ou digo a falta de gestão. Os equívocos no trato com esses assuntos pelo governo do estado de São Paulo.

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Professores grevistas vaiam Alckmin durante reinauguração de plataforma de pesca

Sexta-feira, 27 de maio de 2011 – 15h03

Mongaguá

Professores grevistas vaiam Alckmin durante reinauguração de plataforma de pesca

Agência Estado

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi vaiado durante a manhã por um grupo de professores e funcionários do Centro Paula Souza, mantenedor das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e das Faculdades de Tecnologia (Fatecs), que compareceram à reinauguração da plataforma de pesca de Mongaguá. As instituições estão em greve desde o último dia 13, um dia após o governo ter anunciado reajuste de 11% para professores e funcionários.

Com cartazes que citavam os baixos salários e o vale-refeição de R$ 4, os manifestantes gritavam “au au au aumento de um real” e “robalo”, durante discurso do governador, que citava a pescaria. Uma manifestante constrangeu o governador e outras autoridades presentes ao evento quando, segurando uma rosa para entregar a Alckmin, subiu ao palco, pegou o microfone e rapidamente reivindicou um aumento maior para os professores.

“Estamos há seis anos sem reajuste e eles ofereceram 11%, o que não cobre nem a inflação de dois anos”, disse o coordenador do curso de Eletrotécnica da Etec Aristóteles Ferreira, de Santos, Osmar Quintas Valentim.

O governador disse que “hoje apenas 10% dos professores e funcionários estão em greve, mas temos certeza que em breve tudo estará resolvido”. Após inaugurar a plataforma de pesca de Mongaguá, Alckmin seguiu para São Vicente, para entregar as chaves de 158 moradias de dois empreendimentos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), no Jardim Samaritá.

Enquanto o governador Geraldo Alckmin vem pescar em Mongaguá…

Reprodução da http://www.redetelma.com.br

Telma de Souza em S.Vicente (Sexta-feira, 27/05/2011)

Dia de intenso trabalho e produção. Pela manhã, estive com o governador Geraldo Alckmin, em São Vicente, cobrando decisões urgentes para a situação caótica dos professores e alunos das ETECs e FATECs, que estão em greve! É uma vergonha o Vale Alimentação deles ser de apenas R$ 4,00. É o vale-coxinha, como muitos me disseram. No começo… da noite, estive com alguns funcionário da ETEC Zulmira Campos, na Zona Noroeste: outra vergonha! Lá, conforme o pessoal me informou, existem só oito computadores para 240 alunos. Ou seja, tem um computador para cada 30 alunos. Agora há pouco, outra reunião com os professores da escola Aristóteles Ferreira. Me informaram que não há plano de carreira, a hora-aula é de R$ 10,00 apenas e falta material para os laboratórios! Não descansarei enquanto não conseguirmos uma solução! Vamos juntos nesta luta, mais uma vez!Ver mais

Um estudante, sonhos e a insegurança…

Por Vitor Hugo Brandalise e Felipe Frazão, estadao.com.br, Atualizado: 20/5/2011 0:35
Estudante passou de estagiário a sócio de empresa

O estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, trabalhava até 12 horas por dia em uma consultoria financeira na Avenida Brigadeiro Faria Lima. À noite, estudava na USP. Na casa da família em Pirituba, na zona norte, praticamente só dormia: saía às 8 horas, voltava perto da meia-noite. Não poupava nem feriado: no último Dia das Mães, enquanto a família toda – pai Ocimar, mãe Zélia, irmã caçula Amanda e oito tios e tias – preparava um churrasco em casa, Felipe havia saído. Era domingo, fazia sol, mas ele precisava adiantar o serviço.

Trabalhar, nos últimos dois anos, era o ‘grande prazer’ do estudante do 4.º e último ano de Ciências Atuariais na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. Começara como estagiário no início de 2010 e, um ano depois, já se tornara sócio da empresa, a consultoria Capitânia. Tinha 0,1% do capital, algo que ‘não é muito, mas um começo’ – segundo ele próprio descreveu em uma troca de e-mails com amigos a que o Estado teve acesso.

As dez mensagens, trocadas entre maio de 2010 e fevereiro de 2011, demonstram o quanto o serviço era importante na atual fase de sua vida. ‘Agora nas férias até que estou trabalhando pouco, só umas 60 horas por semana’, escreveu Felipe, às 16h35 de 16 de fevereiro, após um dia de trabalho no recesso da faculdade. ‘Teve um dia em que eu saí do escritório e ainda estava claro! Até me senti mal com isso.’

O esforço era parte do plano que criara, confidenciado apenas a poucos amigos. Ele queria ser piloto, tirar brevê, comprar um hidroavião. A uma amiga, mandou cotação para a compra de um antigo modelo de aeronave, que custava R$ 50 mil. Segundo descreveu, em cinco anos ele conseguiria tirar brevê.

Felipe Ramos de Paiva – sem apelido na faculdade, tido como ‘o mais reservado’ da turma – tinha o espírito livre, pretendia viajar. ‘Executivo larga mercado financeiro para dar volta ao mundo de barco’ era o título de outro de seus emails, enviado em 9 de novembro, às 14h41. Na mensagem, ele fazia referência à viagem do vice-presidente de um banco australiano que largou tudo para virar velejador. ‘Não estou sugerindo nada?’, brincou. Há cinco dias, ele tirou passaporte. Queria conhecer a Europa, viajar para França e Espanha.

Nos planos do rapaz, que estudou nos Colégios Santa Teresa e Módulo, também estava cursar universidade pública. Investiu um ano em curso pré-vestibular, até conseguir entrar para a FEA. Foi a deixa para o pai Ocimar, que trabalhara a vida toda como projetista de redes elétricas apenas com o segundo grau, também entrar para a faculdade. Aos 53 anos, Ocimar está no 4.º ano de Engenharia Elétrica na Uniban. Em dezembro, ele planejava festejar sua formatura com a do filho.

Caseiro. Felipe nasceu em uma família de classe média baixa em Pirituba, onde vivem os familiares desde a década de 1960. É descrito como uma pessoa ‘tranquila’, ‘caseira’, ‘comprometida’. Acordava às 7 horas, fazia exercícios com aparelhos de academia e logo depois pegava o Passat azul blindado – a justificativa da família é que ele foi assaltado duas vezes, queria se proteger -, que comprou com dinheiro próprio em janeiro. Seguia até Pinheiros, na zona oeste, onde fica a Capitânia.

O rapaz gostava de ler e, meses atrás, comprara um livro de massagens orientais. ‘Era para fazer massagem na mãe, que ele dizia merecer, porque ficava muito tensa, preocupada com o futuro dos filhos’, disse o tio, Flávio. Desde 2007, namorava Maiara, de 24 anos, formada em Rádio e TV na USP. Planejavam morar juntos e casar, mas somente depois de terminada a faculdade.

Dedicação. Sentado sozinho em uma cadeira estofada no velório do filho, o pai disse não conseguir tirar da cabeça um conselho que deu a Felipe, sobre sequestros relâmpagos na FEA. Como resposta, ouviu: ‘Calma, pai, meu carro é blindado’. ”Mas você não é’, eu respondi’, contou o pai. ‘Ele era uma pessoa inocente, já tinha sido assaltado duas vezes, não tinha malícia. O que vai ficar para mim é a sua dedicação. Estudava muito, era dedicado. Mas trabalhava demais, demais.’

Em abril, enquanto estudava para prova com a amiga Rebecca Nogueira, do 3.º ano do mesmo curso, ela perguntou se Felipe não achava que trabalhava demais. Em resposta, ele disse que era parte do plano. Mas fez uma ressalva: ‘Mas já pensou? Seria uma b… se eu morresse agora’.

REPERCUSSÃO

Roberta Gianneschi

@RoGianneschi

‘Foi preciso chegar a um nível absurdo (um aluno ser morto) para começarem a dar ouvidos às reclamações de falta de segurança na USP’

Amanda Gallo

@Mandika_

‘Ontem foi na FEA-USP. Quem garante que hoje não pode acontecer novamente em outro local? Até quando nós, estudantes, teremos de ter medo?’

Julio Barros

@jwaally

‘Há exatos seis anos, o abordado fui eu, na mesma hora e situação. Infelizmente, a sorte (do estudante) não foi a mesma. Paz para a família do aluno da FEA’

Kaonan Micadei

@kaosmicadei

‘A USP é um dos maiores patrimônios do Estado de São Paulo, pena que a população e o poder público não se importem com isso’

PSDB: uma presa fácil para o PT

Reproduzo texto do blog de Política do www.atribuna.com.br

Partidos Políticos Postado por: Tadeu Ferreira 20/04/2011

O PSDB parece ainda não ter apreendido as duras lições que recebeu das urnas em 2010. Não foi capaz de curar as chagas abertas pela terceira derrota seguida na corrida presidencial para o PT. Pior: não sufocou a briga de egos que ameaça acabar com o partido, o duelo entre os clãs de José Serra e Geraldo Alckmin/Aécio Neves. Os tucanos arrastaram a situação desde outubro do ano passado e, com a base de sustentação fraca, se tornaram uma presa fácil para as investidas do PSD, um furacão que já arrasa os alicerces do seu maior aliado, o DEM. Ou alguém duvida que os tucanos desertores vão deixar de aproveitar essa única janela a arriscar perderem seus mandatos por infidelidade partidária? O que se viu no recente episódio em que seis vereadores paulistanos – entre eles o presidente da Câmara, José Police Neto – anunciaram suas desfiliações é uma rebelião de tucanos que não engoliram o fato de o governador Geraldo Alckmin ter colocado na presidência do partido na maior cidade da América Latina o secretário de Estado da Gestão Pública Júlio Semeghini. É essa a leitura de um tucano que ocupa ninho nos mais altos galhos do PSDB santista. Simplesmente porque Semeghini não tem nenhuma identificação com o diretório municipal paulistano. Dos quadros do PSDB desde 1990, o secretário tem sua base eleitoral na região de São José do Rio Preto e exerceu mandato de deputado federal na distante Brasília entre 1999 a 2010. Ou seja, tem pouca – ou quase nenhuma – identificação com o ninho paulistano. Semeghini, porém, foi um remédio encontrado por Alckmin para barrar os soldados de José Serra. Na última sexta-feira, o governador até tentou controlar a rebelião oferecendo a Serra uma vaga em seu secretariado, devolvendo, assim, o convite que havia recebido de seu antecessor em 2009 (Alckmin foi secretário de Desenvolvimento no mandato de Serra no Palácio de Bandeirantes). Acontece que Serra não aceitou a contrapartida e pode ter assinando o atestado de óbito do partido. Depois da mais recente derrota de Serra nas eleições à Presidência da República, o Palácio dos Bandeirantes passou a ser a fortaleza dos tucanos que, agora, parece começar a sentir o tremor de tanta turbulência em suas muralhas. E a situação pode ficar ainda pior: o sétimo vereador, Adolfo Quintas, pode se rebelar a qualquer momento. Isso reduziria a bancada do PSDB a apenas seis membros. Com ou sem Quintas, o partido já está com menos representantes que o PT, coisa que não ocorria no Legislativo Municipal de São Paulo desde 2001. Ou seja: se tem alguém que vai ganhar com tudo isso são os petistas, justamente o inimigo que os tucanos deveriam estar empenhados em combater.

A água que bebemos e a Sabesp

Isso é PSDB governando

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) manteve multa contra a Sabesp, aplicada por meio de liminar do Tribunal de Justiça de SP. O tribunal multou a empresa em R$ 200 mil ao dia, em 2008, por distribuir água imprópria para consumo no Guarujá.

A Sabesp queria inviabilizar a penalidade, aplicada a partir de uma ação civil pública proposta pela ONG Princípios.Segundo testes realizados pela Sabesp, principalmente no verão, a água chegava às torneiras com coliformes fecais (bactérias presentes nas fezes) em índices acima do estabelecido pelo Ministério da Saúde.

Governador de São Paulo promete…

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITANHAÉM

Secretaria de Governo
Departamento de Comunicação Social
jornalismo@itanhaem.sp.gov.br / http://www.itanhaem.sp.gov.br

11.03.11

AMPLIAÇÃO – o governador Geraldo Alckmin anunciou investimento de R$ 90 milhões em melhorias na saúde da região

Governo do Estado anuncia duplicação do número de leitos do Hospital Regional

Em reunião com representantes das prefeituras da Baixada Santista nesta sexta-feira (11), o governador Geraldo Alckmin anunciou investimento de R$ 90 milhões em melhorias na saúde da região. Itanhaém será beneficiada com a ampliação do Hospital Regional e duplicação do número de leitos.

O Hospital Regional, que atualmente dispõe de 70 leitos, passará a ter 140. Uma área ao lado do Hospital será desapropriada para a construção do novo edifício. Segundo o Governo do Estado, a medida faz parte da ‘Agência de Saúde’ da Baixada, que visa debater ações entre o Governo e as prefeituras, visando à melhoria da saúde na região.

O prefeito João Carlos Forssell esteve presente na reunião e exalta a importância do investimento. “Esta é uma grande conquista para a região. A população do Município e de cidades vizinhas serão beneficiadas, pois além de maior capacidade de atendimento, haverá melhoria na infraestrutura do Hospital”.

*Com informações da assessoria do Governo do Estado

Nota: O informe acima consta da página DIGITAL DA PREFEITURA DE ITANHAÉM, onde a mesma *(cita a origem da informação).

Petistas e estudantes apanham da polícia…

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011.

Petistas e estudantes apanham da polícia do Serra/Alckmin

Policiais agridem os vereadores José Américo (ao fundo) e Antonio Donato, ambos do PT, durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus no centro de São Paulo

Policiais militares reprimem protesto contra o aumento da passagem de ônibus no centro de São Paulo

Manifestação desta quinta-feira (17) contra o aumento da passagem de ônibus em São Paulo terminou, mais uma vez, em pancadaria. Os manifestantes protestavam em frente à Prefeitura, quando policiais militares reprimiram o ato com bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha.

“Eles vieram como uma truculência desproporcional”, afirma Fábio Nassif, que integra a comissão de comunicação do Comitê contra o Aumento da Passagem, grupo formado por movimentos sociais, partidos políticos de esquerda, grêmios estudantis, sindicatos, associações de bairro e pelo Movimento Passe Livre.

O protesto tem como objetivo pressionar a prefeitura para que seja revogado o aumento da tarifa de ônibus, que subiu de R$ 2,70 para R$ 3 em janeiro –variação de 11%– após decreto do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
Policial tucana prende, bate e arrebenta durante protesto contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo

Durante a pancadaria, sobrou paras os vereadores petistas Antonio Donato e José Américo, que participavam do ato e integram a comissão de negociação. Os dois parlamentares apanharam dos policiais com cassetetes e gás lacrimogêneo, mesmo após terem se identificado. Donato afirma ter sido agredido por policiais militares. “Está uma confusão aqui. Levei um monte de borrachada”, disse, por telefone, ao UOL Notícias.

Américo diz que os vereadores estavam reunidos com um representante da prefeitura quando ouviu o barulho das bombas. “Imediatamente interrompemos a conversa e tentamos dialogar [com a polícia], mas a tropa de choque nos agrediu com gás lacrimogêneo e gás de pimenta”, afirma o vereador.
Segundo Fábio Nassif, um manifestante que foi agredido pelos PMs está detido ao lado do prédio da prefeitura. Carlos Ceconello, fotógrafo da Folha de S. Paulo, foi ferido na perna por estilhaços de bomba.
Não é a primeira vez que uma manifestação contra o aumento da tarifa em SP termina em pancadaria. Em 14 de janeiro deste ano, um protesto na praça da República foi reprimido por policiais militares. O mesmo ocorreu em uma manifestação no parque Dom Pedro, em janeiro de 2010.

Fonte:
osamigosdopresidentelula.blogspot.com

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